1.Um deslumbrante vestido tomara que caia.2. Uma calcinha tomara que tirem.3. Um sutiã tomara que sustente.4. Um absorvente tomara que não vaze.5. Uma meia tomara que não desfie.6. Uma celulite tomara que não percebam.7. Um salto tomara que eu não caia.8. Um namorado tomara que me ligue.9. Um amante tomara que não broxe.10. E um marido rico tomara que morra!!! (achei no blog do Fernando, onde sempre tem coisa.)
14.4.09
Sonhos
1.Um deslumbrante vestido tomara que caia.2. Uma calcinha tomara que tirem.3. Um sutiã tomara que sustente.4. Um absorvente tomara que não vaze.5. Uma meia tomara que não desfie.6. Uma celulite tomara que não percebam.7. Um salto tomara que eu não caia.8. Um namorado tomara que me ligue.9. Um amante tomara que não broxe.10. E um marido rico tomara que morra!!! (achei no blog do Fernando, onde sempre tem coisa.)
9.4.09
Dia de ouvir, noite de silêncio
Hoje foi um dia de ouvir muito. Quando se ouve muito a gente sai do centro, fica longe da sua sabedoria, do Ser. Onze horas de ouvir Paula Rizzo falar, explicar os diversos métodos de busca na internet, como usar as ferramentas disponíveis na net e como pensar de maneira a otimizar as milhares de informações publicadas diariamente. É meia noite. Acalmo a mente, sinto os fluídos internos, busco a essência do dia. Dentro de mim aparece um átimo de mente quieta, acalmo o lago interno, bombardeado de pequenas pedras de idéias que se cruzam como ondas excêntricas. Céus. Parece que tudo cai na fossa poplítea do meu joelho direito.
8.3.09
Neta
Foi muito bom passar 4 dias com nossa única neta. Dancei, pulei ,nadei, corri, contei a história da Branca de Neve mais de mil vezes, pulei carnaval, ismagreci de tanto comer birdurinhas e parece que embobeci. Que delica embobecer.
Definindo meus talentos
Sou boa de descobrir o que uma empresa é, e como ela deve ser comunicada, qual o melhor conceito para divulgá-la. Hoje em dia só faço isto para empresas que tenham um comportamento e uma governança consciente e engajada com os conceitos de sustentabilidade ou queira vir a ser assim. Sou boa MESMO.Como um bom médico de diagnóstico e ruim de tratamento. O tratamento é um jogo completamente diferente. Adoraria saber tratar, mas gosto mesmo de diagnosticar. Criar um nome e um slogan, aí deixo isto para meus sócios. Tem gente que descobre e entrega de bandeja para outros brilharem. Eu sou assim. Gosto mesmo é do processo da descoberta. Gosto de pensar , descobrir, pesquisar, depois que descobri, o assunto perde a graça.Fazer a criação em si, deixo para quem gosta.
36 anos de casada
Amanhã Bob e eu fazemos aniversário de casamento. Mas 5 de namoro, noves fora, uma boa vida. Parabéns Bob, nao é mole não.
2.2.09
A little bit unmotivated
29.1.09
Barba e bigode
Terminei um mês de visita a médicos, fazendo a lição de casa anual, porisso sumi. Agora começa a vida real, com trabalho, novos hábitos salutares, novos trabalhos, nova assistente Zanith. Agora o ano começa com todas as metas traçadas e sendo trabalhadas. Allons-y
3.1.09
Um site deixa CEOs transparentes
O site glassdoor.com permite que os funcionários das empresas façam críticas anônimas de seus chefes, dividindo informações de mercado como salários e condições de trabalho. Quem se deu bem foi porque a própria estrutura da empresa leva as decisões aos níveis hierárquicos mais baixos, ou seja, os funcionários se sentem parte do comando da companhia e sempre sabem para onde estão caminhando. Com isso, eles também exercitam seu poder de decisão.Aliás, na lista do site, seis dos dez melhores chefes comandam empresas de tecnologia do Vale do Silício. E, não é de admirar, Steve Jobs, da Apple, está entre os dez mais. Mesmo com fama de autoritário fora da empresa, Jobs conseguiu 90% de aprovação dos funcionários da Apple, que acreditam nas decisões de seu líder.Eric E. Schmidt, o poderoso do Google, também aparece no ranking dos dez mais “bacanas”, com 88% de aprovação, seguido de Jen-Hsun Huang, da Nvidia,com 80%. A lista se completa com Shantanu Narayen, da Adobe, com 79%, e Dan Warmenhoven, do NetApp, com 78%.Os piores chefes também estão entre as empresas de tecnologia. Das dez, sete são empresas do setor. Mas o pior presidente de empresa do ano é Steve Odland, da Office Depot, de acordo com as críticas da glassdoor.com. Ele teve 80% de desaprovação dos funcionários. Um deles, aliás, chegou a deixar o seguinte comentário: “Demitam Odland. O escritório central na Flórida está dormente e é incopetente. Se algum deles ouvisse ou passasse algumas horas em uma loja eles entenderiam seu negócio um pouco melhor”.
fonte : Epoca negócios
fonte : Epoca negócios
Re inicio depois de uma tregua de 13 dias
Iracema saiu em ferias e as coisas do diario são agora minha responsabilidade. Lavar, cozinhar, arrumar a casa, fazer e desfazer as malas, e assim as atidades deste blog sofreram as consequencias de uma dona de casa atarefada. Iracema ficará até dia 20 fora mas eu já entrei na rotina , vai dar para atender tudo.
21.12.08
Dias variados
A vida tem isto de bom. Todos os dias muda. Ontem dor de cabeça , tensão de dieta, desintoxicação. Hoje, ânimo, alegria de 60 minutos andados, musculação feita, cozinhei leve, espetinhos de frango, cebola e tomate, salada farta com rúcula, alface americana, escarola e molho de yogurt com azeite e sal, pepinos ao dill, arroz com caldo de legumes. De cafe da manhã e lanche com dois shakes de Herbalife com leite de soja e frutas.Para o jantar, sopa de abobora com laranja. Life does not get any better than this.
17.12.08
Recaida
Acordei com meu cérebro gritando: Tell me what you want, what you really, really want! Coitado ele fica confuso comigo, querendo chegar nos 109 quilos em 31 de dezembro e comendo brigadeiro as 10:00 horas da noite. Só posso dizer a ele que estou mais presente no momento e até acordei para registrar que estou neste blog às 4:33 da manhã porque desejo reafirmar que farei uma dieta saudável todos os dias até chegar lá. Foi apenas uma recaída, um dia de boicote.
14.12.08
One year old
I've been preparing one year for this blog. And I got two frases in my e-mail today. 1)Like the surfer who sits watching at the endless wave, you must first prepare yourself before you jump into the ocean, Renata. Before jumping into the foam with your board in hand, sit on the beach for a while and contemplate the tide. Watch the currents and see how other surfers fare under the prevailing conditions. You will find that the more preparation you do, the more secure you will be when you hit the water.2) Rachel wrote me: Quanto mais eu Menos eu. I can interpret it the way I want. As criticism or as encouragement. The more I dedicate myself to me there will be less of me because I will loose a lot of weight. Ok. I choose this. Prepare myself before exposing myself. If I only could!
13.12.08
Mirror image
Today I decided to have a mirror right in front of me for those special moments I need to congratulate myself, to boost me. I need to look myself in a mirror and give me all the support I need for this task in life. Loose 37 kilos until december 2009, continue to have a wonderful life with Bob, work from home, make a better world for everybody. I love my life and I am thankful for that. And I am thankful for being able to help me and many who inspired me in this journey. Journey of getting to know me, myself and I.
11.12.08
Morrinhos

Eu tinha um projeto de fazer a minha vizinhança toda de ceramica. Ontem vi um grupo de crianças que fez a maquete da favela onde moram, com detalhes impressionantes. Ficou um cenário para brincarem. Elas foram parar na bienal de Veneza. O máximo. Veja mais no You tube . http://br.youtube.com/watch?v=7mGqJagG9cY&feature=channel_page
10.12.08
Vale Sustentável
9.12.08
Você pode, de novo!
Num almoço de comemoração de Natal lancei a idéia deste blog e todas acharam interessante. Quero que todas contribuam com idéias do que faremos neste blog, para mostrar para amigas que todas podemos fazer o que pensamos. E que o mundo é muito mais ameno do que achamos. Tudo é possível. Desejo criar um blog que seja útil, sustentável, bom para as pessoas, que incentive as pessoas a criarem suas vidas de acordo com o que desejam para si e para os outros. Uma cultura de paz e alegria.Tudo é possível.
7.12.08
Pesadelo
4.12.08
Você pode!
Decidi que vamos começar nosso programa na internet. Teste,teste, teste!!! Não deu certo,pessoal. Faltou tecnica para upload o video...
3.12.08
Just do it

Não pode pensar depois da meta traçada. Just do it. Hoje graças a meu I Pod com Nike Plus andei 50 minutos e meta atingida. Dia lindo, sol, ideias para internet. Vou filmar um programade 5 minutos fazendo coisas e publicar no YOU TUBE. Pronto comecei outra coisa que gosto e vou saber fazer direto. Meli, é assim que vamos.
2.12.08
Dificuldades
1.12.08
Marco 1 - novembro de 2008
Exatamente um ano após início, andei 6.300 metros em 50 minutos, a 8min/km, queimei 757 calorias. Neste ano, parei o Lexapro, parei Dorflex, engordei mais 5 quilos. Mantive o programa de exercicios, andei 50 dias a mais do que me propus, fiz desintoxicação na Lapinha por uma semana e agora só remedios fitoterápicos e mantra. Estou 112 quilos de novo, subi um desnivel de 300 metros em meia hora.
Tudo é possível quando a alma não é pequena.
Marco Zero novembro de 2007
Há um ano comecei andando 15" uma vez por semana. Monica Saião fez esta foto e iniciou comigo um programa pessoal de exercicios. 112 kilos, síndrome de panico, tomava Lexapro há 3 anos, tinha dor nas costas permanentemente, tomava dorflex diariamente.Subia a minha ladeira em 7 minutos e andava por volta de 1 km.
O Gongyo e a sua tradução
Tive curiosidade em saber o que é o nam myoho rengue kyo.O Gongyo e a sua tradução.
http://www.budanaweb.com
Myoho renge kyo — Sutra de Lótus
Ho ben pon dai ni — Capítulo Hoben (Meios)
Ni Ji Se Son — Nesse momento
Ju San Mai — o Buda levantou-se
An Jo Ni Ki — serenamente de sua meditação
Go Shari Hotsu — e dirigiu-se a Sharihotsu, dizendo:
Sho Bu' Chi E — A sabedoria dos budas.
Jin Jin Mu Ryo — é infinitamente profunda e imensurável.
Go Chi E Mon — O portal dessa sabedoria é difícil de compreender
Nange Nan Nyu — e de transpor.
Is Sai Sho Mon — Nenhum dos homens de erudição
Hyaku Shi Butsu — ou de absorção
Sho Fu No Chi — é capaz de compreendê-la.
Sho I Sha Ga — Qual é a razão disso?
Butsu Zo Shin Gon —Um buda é aquele que serviu a centenas
Hyaku Sen Man Noku — a milhares, a dezenas de milhares,
Mu Shu Sho Butsu — a incontáveis budas
Jin Gyo Sho Butsu — e executou um número incalculável de práticas religiosas.
Mu Ryo Do Ho — Ele empenha-se corajosa e ininterruptamente
Yu Myo Sho Jin — e seu nome é universalmente conhecido.
Myo Sho Fu Mon — Um Buda é aquele que compreendeu a Lei insondável
Jo Ju Jin Jin — e nunca antes revelada
Mi Zo U Ho — pregando-a de acordo
Zui Gi Sho Setsu — com a capacidade das pessoas,
I Shu Nan Ge — ainda que seja difícil compreender a sua intenção.
Shari Hotsu — Sharihotsu
Go Ju Jo Butsu I Rai — desde que atingi a iluminação
Shu Ju In Nen — tenho exposto meus ensinos
Shu Ju Hi Yu — utilizando várias histórias sobre relações causais,
Ko En Gon Kuyo — parábolas e inúmeros meios
Mu Shu Ho Ben — para conduzir as pessoas
In Do Shu Jo — e fazer com que renunciem
Ryo Ri Sho Jaku — aos seus apegos a desejos mundanos.
Sho I Sha Ga — Qual a razão disso?
Nyo Rai Ho Ben —A razão está no fato de o Buda
Chi Ken Hara Mitsu — ser plenamente dotado dos meios
Kai I Gu Soku — e do paramita da sabedoria.
Shari Hotsu — Sharihotsu
Nyo Rai Chi Ken — a sabedoria do Buda
Ko Dai Jin Non — é ampla e profunda.
Mu Ryo Mu Ge — Ele é dotado de imensurável benevolência
Riki Mu Sho I — ilimitada eloqüência,
Zen Jo Ge Da — poder,
San Mai — coragem,
Jin Nyu Mu Sai — concentração,
Jo Ju Is Sai — liberdade e samadhis (meditação), aprofundou-se
Mi Zo U Ho — no reino do insondável e despertou para a Lei nunca antes revelada.
Shari Hotsu — Sharihotsu
Nyo Rai Nyo — o Buda é aquele
Shu Ju Fun Betsu — e que sabe como discernir
Gyo Ses Sho Ho — e como expor os ensinos habilmente.
Gon Ji Nyu Nan — Suas palavras são ternas e gentis
Ek Ka Shu Shin — e podem alegrar o coração das pessoas.
Shari Hotsu — Sharihotsu,
Shu Yo Gon Shi — em síntese, o Buda compreendeu
Mu Ryo Mu Hen — perfeitamente a Lei ilimitada,
Mi Zo U Ho — infinita e nunca antes revelada.
Bus Shitsu Jo Ju — Chega
Shi Shari Hotsu — Não vou mais continuar pregando Sharihotsu
Fu Shu Bu Setsu — Por quê? Porque a Lei
Sho I Sha Ga — que o Buda revelou
Bus Sho Jo Ju — é a mais rara
Dai Ichi Ke U — e a mais difícil
Nan Ge Shi Ho —de compreender.
Yui Butsu Yo Butsu — A essência real de todos os fenômenos
Nai No Ku Jin — somente pode ser compreendida e partilhada entre os budas
Sho Ho Jis So — Essa realidade
Sho I Sho Ho — consiste de:
Nyo Ze So — aparência,
Nyo Ze Sho — natureza,
Nyo Ze Tai — entidade,
Nyo Ze Riki — poder,
Nyo Ze Sa — influência,
Nyo Ze In — causa interna,
Nyo Ze En — relação
Nyo Ze Ka — efeito latente,
Nyo Ze Ho — efeito manifesto
Nyo Ze Hon Ma' Ku Kyo To — e consistência do início ao fim.
Myo ho renge kyo — Sutra de Lótus
nyo rai ju ryo hon, dai ju roku — Jigague, trecho do capítulo Juryo - revelação da vida eterna do buda
Ji ga toku bu'rai — Desde que atingi o estado de Buda,
Sho kyo sho ko shu — infindáveis asamkhya
Mu ryo hyaku sen man — intermináveis Kalpas
Oku sai a so gi — transcorreram. Jo sep po kyo ke — Constantemente
Mu shu oku shu jo — venho pregando, ensinando e propagando
Ryo nyu o butsu do — a Lei a milhares de seres vivos.
Ni rai mu ryo ko — Fazendo com que entrem no Caminho do Buda,
I do shu jo ko — Como um meio hábil
Ho ben gen ne han — aparento entrar no nirvana para salvar todas as pessoas.
Ni jitsu fu metsu do — Mas, na realidade, não entro em extinção.
Jo ju shi sep po — Sempre estou aqui ensinando a Lei.
Ga jo ju o shi — Sempre estou aqui.
I sho jin zu riki — Porém, devido ao meu poder místico
Ryo ten do shu jo — as pessoas de mentes distorcidas não conseguem me ver
Sui gon ni fu ken — mesmo quando estou bem perto delas.
Shu ken ga metsu do — Quando essa multidão de seres vê que entrei no nirvana,
Ko ku yo shari — consagra muitas oferendas às minhas relíquias.
Gen kai e ren bo — Todos abrigam o desejo único e ardente de contemplar-me.
Ni sho katsu go shin — Quando esses seres realmente se tornam fiéis,
Shu jo ki shin buku — honestos, justos e de propósitos pacíficos,
Shichi jiki I nyu nan — quando ver o Buda é o seu único pensamento,
Is shin yok ken butsu — não hesitando mesmo que isso custe a própria vida,
Fu ji shaku shin myo — então, eu apareço junto à assembléia de discípulos sobre o Sagrado Pico da Águia.
Ji ga gyu shu so — Nesse momento,
Ku shutsu ryo ju sen — digo à multidão de seres:
Ga ji go shu jo — sempre estou aqui,
Jo zai shi fu metsu —jamais entro em extinção..
I ho ben rik ko — No entanto, como um meio hábil,
Gen u metsu fu metsu — algumas vezes aparento entrar no nirvana.
Yo koku u shu jo — E outras vezes, não.
Ku gyo shin gyo sha — Quando em outras terras há seres
Ga bu o hi chu — que desejam respeitosa e sinceramente crer
I setsu mu jo ho — então eu também, junto a eles, pregarei esta Lei insuperável.
Nyo to fu mon shi — Porém, não compreendendo minhas palavras,
Tan ni ga metsu do — todos aqui insistem em pensar que eu morri.
Ga ken sho shu jo — Quando vejo os seres afogados
Mo tsu zai o ku kai — em um mar de sofrimentos
Ko fu I gen shin — eu não me exponho,
Ryo go sho katsu go — para dessa forma fazer com que anseiem contemplar-me.
In go shin ren bo — Então, quando seu coração se enche de ansiedade,
Nai shitsu I sep po — finalmente apareço e ensino a Lei para eles.
Jin zu riki nyo ze — Assim são meus poderes místicos.
O a so gi ko — Por asamkhya de kalpas,
jo zai ryo ju sen — sempre estive no Pico da Águia e em muitos outros lugares.
Gyu yo sho ju sho — Enquanto os seres presenciam
Shu jo ken ko jin — o final de um kalpa
Dai ka sho sho ji — e tudo é consumido em chamas
Ga shi do an non — esta minha terra
Ten nin jo ju man — permanece segura e tranqüila
On rin sho do kaku — sempre cheia de seres humanos e seres celestiais.
Shu ju ho sho gon — Vários tipos de gemas adornam
Ho ju ta ke ka — seus corredores e pavilhões, jardins e bosques
Shu ju sho yu raku — Árvores preciosas dão flores e frutos em profusão,
Sho ten gyaku ten ku — sob as quais os seres vivem felizes e tranqüilos.
Jo sas shu gi gaku — As divindades fazem repicam os tambores celestiais interpretando,
U man da ra ke — sem cessar, a música mais diversa. Uma chuva de flores de mandara cai
San butsu gyu dai shu — espalhando suas pétalas sobre o Buda e a grande assembléia.
Ga jo do fu ki — Minha terra pura é indestrutível,
Ni shu ken sho jin — porém, a multidão a vê
U fu sho ku no — consumir-se em chamas,
Nyo ze shitsu ju man — mergulhada em sofrimentos, angústia e temor.
Ze sho zai shu jo — Esses seres devido a suas várias ofensas e causas
I aku go In nen — provenientes de suas más ações,
Ka a so gi ko — passam asamkhya de kalpas
Fu mon san bo myo — sem escutar o nome dos três tesouros.
Sho u shu ku doku — Mas os que praticam os caminhos meritórios,
Nyu was shichi jiki sha — que são nobres e pacíficos, corretos e sinceros,
Sok kai ken ga shin — todos me vêem aqui em pessoa,
Zai shi ni sep po —ensinando a Lei.
Waku ji I shi shu — Às vezes para essa multidão exponho
Setsu butsu ju mu ryo — que a duração da vida do Buda é imensurável;
Ku nai ken bus sha — e para aqueles que o vêem somente após um longo tempo
I setsu butsu nan chi — exponho o quanto é difícil encontrar-se com ele.
Ga chi riki nyo ze — O poder de minha sabedoria é tamanho
Eko sho mu ryo — que seus raios iluminam o infinito.
Ju myo mu shu ko — Minha vida, extensa como incontáveis kalpas,
Ku shu go sho toku — é resultante de uma prática muito longa.
Nyo to u chi sha — Homens de sabedoria,
Mot to shi sho gi — não abriguem nenhuma dúvida sobre isso!
To dan ryo yo jin — Livrem-se das dúvidas definitivamente,
Butsu go jip pu ko — pois as palavras do Buda são sempre verdadeiras.
Nyo I zen ho ben — O Buda é como um excelente médico
I ji o shi ko — que se vale de meios hábeis
Jitsu zai ni gon shi — para curar seus filhos iludidos.
Mu no sek ko mo — Embora na realidade esteja vivo, anuncia que entrou no nirvana.
Ga yaku I se bu — Porém, ninguém pode acusá-lo de mentiroso.
Ku sho ku gen sha — Eu sou o pai deste mundo e salvo aqueles que sofrem e os que encontram aflitos.
I bon bu ten do — Devido à ilusão das pessoas,
Jitsu zai ni gon metsu — apesar de eu estar vivo, anuncio que entrei no nirvana.
I jo ken ga ko — Pois se me vissem constantemente,
Ni sho kyo shi shin — a arrogância e o egoísmo tomariam conta de seu coração.
Ho itsu jaku go yaku — Ignorando as restrições, entregariam–se aos cinco desejos,
Da o aku do chu — e cairiam nos maus caminhos da existência.
Ga jo chi shu jo — Estou sempre ciente de que são as pessoas
Gyo do fu gyo do — que praticam o Caminho e as que não o praticam,
Zui o sho ka do — em resposta às suas necessidades de salvação
I ses shu ju ho — ensino-lhes várias doutrinas.
Mai ji sa ze nen — Medito constantemente:
I gar ryo shu jo — Como posso conduzir as pessoas
Toku nyu mu jo do — ao caminho supremo
Soku jo ju bus shin — e fazer com que adquiram rapidamente o corpo de um buda?
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Myoho renge kyo — Sutra de Lótus
Ho ben pon dai ni — Capítulo Hoben (Meios)
Ni Ji Se Son — Nesse momento
Ju San Mai — o Buda levantou-se
An Jo Ni Ki — serenamente de sua meditação
Go Shari Hotsu — e dirigiu-se a Sharihotsu, dizendo:
Sho Bu' Chi E — A sabedoria dos budas.
Jin Jin Mu Ryo — é infinitamente profunda e imensurável.
Go Chi E Mon — O portal dessa sabedoria é difícil de compreender
Nange Nan Nyu — e de transpor.
Is Sai Sho Mon — Nenhum dos homens de erudição
Hyaku Shi Butsu — ou de absorção
Sho Fu No Chi — é capaz de compreendê-la.
Sho I Sha Ga — Qual é a razão disso?
Butsu Zo Shin Gon —Um buda é aquele que serviu a centenas
Hyaku Sen Man Noku — a milhares, a dezenas de milhares,
Mu Shu Sho Butsu — a incontáveis budas
Jin Gyo Sho Butsu — e executou um número incalculável de práticas religiosas.
Mu Ryo Do Ho — Ele empenha-se corajosa e ininterruptamente
Yu Myo Sho Jin — e seu nome é universalmente conhecido.
Myo Sho Fu Mon — Um Buda é aquele que compreendeu a Lei insondável
Jo Ju Jin Jin — e nunca antes revelada
Mi Zo U Ho — pregando-a de acordo
Zui Gi Sho Setsu — com a capacidade das pessoas,
I Shu Nan Ge — ainda que seja difícil compreender a sua intenção.
Shari Hotsu — Sharihotsu
Go Ju Jo Butsu I Rai — desde que atingi a iluminação
Shu Ju In Nen — tenho exposto meus ensinos
Shu Ju Hi Yu — utilizando várias histórias sobre relações causais,
Ko En Gon Kuyo — parábolas e inúmeros meios
Mu Shu Ho Ben — para conduzir as pessoas
In Do Shu Jo — e fazer com que renunciem
Ryo Ri Sho Jaku — aos seus apegos a desejos mundanos.
Sho I Sha Ga — Qual a razão disso?
Nyo Rai Ho Ben —A razão está no fato de o Buda
Chi Ken Hara Mitsu — ser plenamente dotado dos meios
Kai I Gu Soku — e do paramita da sabedoria.
Shari Hotsu — Sharihotsu
Nyo Rai Chi Ken — a sabedoria do Buda
Ko Dai Jin Non — é ampla e profunda.
Mu Ryo Mu Ge — Ele é dotado de imensurável benevolência
Riki Mu Sho I — ilimitada eloqüência,
Zen Jo Ge Da — poder,
San Mai — coragem,
Jin Nyu Mu Sai — concentração,
Jo Ju Is Sai — liberdade e samadhis (meditação), aprofundou-se
Mi Zo U Ho — no reino do insondável e despertou para a Lei nunca antes revelada.
Shari Hotsu — Sharihotsu
Nyo Rai Nyo — o Buda é aquele
Shu Ju Fun Betsu — e que sabe como discernir
Gyo Ses Sho Ho — e como expor os ensinos habilmente.
Gon Ji Nyu Nan — Suas palavras são ternas e gentis
Ek Ka Shu Shin — e podem alegrar o coração das pessoas.
Shari Hotsu — Sharihotsu,
Shu Yo Gon Shi — em síntese, o Buda compreendeu
Mu Ryo Mu Hen — perfeitamente a Lei ilimitada,
Mi Zo U Ho — infinita e nunca antes revelada.
Bus Shitsu Jo Ju — Chega
Shi Shari Hotsu — Não vou mais continuar pregando Sharihotsu
Fu Shu Bu Setsu — Por quê? Porque a Lei
Sho I Sha Ga — que o Buda revelou
Bus Sho Jo Ju — é a mais rara
Dai Ichi Ke U — e a mais difícil
Nan Ge Shi Ho —de compreender.
Yui Butsu Yo Butsu — A essência real de todos os fenômenos
Nai No Ku Jin — somente pode ser compreendida e partilhada entre os budas
Sho Ho Jis So — Essa realidade
Sho I Sho Ho — consiste de:
Nyo Ze So — aparência,
Nyo Ze Sho — natureza,
Nyo Ze Tai — entidade,
Nyo Ze Riki — poder,
Nyo Ze Sa — influência,
Nyo Ze In — causa interna,
Nyo Ze En — relação
Nyo Ze Ka — efeito latente,
Nyo Ze Ho — efeito manifesto
Nyo Ze Hon Ma' Ku Kyo To — e consistência do início ao fim.
Myo ho renge kyo — Sutra de Lótus
nyo rai ju ryo hon, dai ju roku — Jigague, trecho do capítulo Juryo - revelação da vida eterna do buda
Ji ga toku bu'rai — Desde que atingi o estado de Buda,
Sho kyo sho ko shu — infindáveis asamkhya
Mu ryo hyaku sen man — intermináveis Kalpas
Oku sai a so gi — transcorreram. Jo sep po kyo ke — Constantemente
Mu shu oku shu jo — venho pregando, ensinando e propagando
Ryo nyu o butsu do — a Lei a milhares de seres vivos.
Ni rai mu ryo ko — Fazendo com que entrem no Caminho do Buda,
I do shu jo ko — Como um meio hábil
Ho ben gen ne han — aparento entrar no nirvana para salvar todas as pessoas.
Ni jitsu fu metsu do — Mas, na realidade, não entro em extinção.
Jo ju shi sep po — Sempre estou aqui ensinando a Lei.
Ga jo ju o shi — Sempre estou aqui.
I sho jin zu riki — Porém, devido ao meu poder místico
Ryo ten do shu jo — as pessoas de mentes distorcidas não conseguem me ver
Sui gon ni fu ken — mesmo quando estou bem perto delas.
Shu ken ga metsu do — Quando essa multidão de seres vê que entrei no nirvana,
Ko ku yo shari — consagra muitas oferendas às minhas relíquias.
Gen kai e ren bo — Todos abrigam o desejo único e ardente de contemplar-me.
Ni sho katsu go shin — Quando esses seres realmente se tornam fiéis,
Shu jo ki shin buku — honestos, justos e de propósitos pacíficos,
Shichi jiki I nyu nan — quando ver o Buda é o seu único pensamento,
Is shin yok ken butsu — não hesitando mesmo que isso custe a própria vida,
Fu ji shaku shin myo — então, eu apareço junto à assembléia de discípulos sobre o Sagrado Pico da Águia.
Ji ga gyu shu so — Nesse momento,
Ku shutsu ryo ju sen — digo à multidão de seres:
Ga ji go shu jo — sempre estou aqui,
Jo zai shi fu metsu —jamais entro em extinção..
I ho ben rik ko — No entanto, como um meio hábil,
Gen u metsu fu metsu — algumas vezes aparento entrar no nirvana.
Yo koku u shu jo — E outras vezes, não.
Ku gyo shin gyo sha — Quando em outras terras há seres
Ga bu o hi chu — que desejam respeitosa e sinceramente crer
I setsu mu jo ho — então eu também, junto a eles, pregarei esta Lei insuperável.
Nyo to fu mon shi — Porém, não compreendendo minhas palavras,
Tan ni ga metsu do — todos aqui insistem em pensar que eu morri.
Ga ken sho shu jo — Quando vejo os seres afogados
Mo tsu zai o ku kai — em um mar de sofrimentos
Ko fu I gen shin — eu não me exponho,
Ryo go sho katsu go — para dessa forma fazer com que anseiem contemplar-me.
In go shin ren bo — Então, quando seu coração se enche de ansiedade,
Nai shitsu I sep po — finalmente apareço e ensino a Lei para eles.
Jin zu riki nyo ze — Assim são meus poderes místicos.
O a so gi ko — Por asamkhya de kalpas,
jo zai ryo ju sen — sempre estive no Pico da Águia e em muitos outros lugares.
Gyu yo sho ju sho — Enquanto os seres presenciam
Shu jo ken ko jin — o final de um kalpa
Dai ka sho sho ji — e tudo é consumido em chamas
Ga shi do an non — esta minha terra
Ten nin jo ju man — permanece segura e tranqüila
On rin sho do kaku — sempre cheia de seres humanos e seres celestiais.
Shu ju ho sho gon — Vários tipos de gemas adornam
Ho ju ta ke ka — seus corredores e pavilhões, jardins e bosques
Shu ju sho yu raku — Árvores preciosas dão flores e frutos em profusão,
Sho ten gyaku ten ku — sob as quais os seres vivem felizes e tranqüilos.
Jo sas shu gi gaku — As divindades fazem repicam os tambores celestiais interpretando,
U man da ra ke — sem cessar, a música mais diversa. Uma chuva de flores de mandara cai
San butsu gyu dai shu — espalhando suas pétalas sobre o Buda e a grande assembléia.
Ga jo do fu ki — Minha terra pura é indestrutível,
Ni shu ken sho jin — porém, a multidão a vê
U fu sho ku no — consumir-se em chamas,
Nyo ze shitsu ju man — mergulhada em sofrimentos, angústia e temor.
Ze sho zai shu jo — Esses seres devido a suas várias ofensas e causas
I aku go In nen — provenientes de suas más ações,
Ka a so gi ko — passam asamkhya de kalpas
Fu mon san bo myo — sem escutar o nome dos três tesouros.
Sho u shu ku doku — Mas os que praticam os caminhos meritórios,
Nyu was shichi jiki sha — que são nobres e pacíficos, corretos e sinceros,
Sok kai ken ga shin — todos me vêem aqui em pessoa,
Zai shi ni sep po —ensinando a Lei.
Waku ji I shi shu — Às vezes para essa multidão exponho
Setsu butsu ju mu ryo — que a duração da vida do Buda é imensurável;
Ku nai ken bus sha — e para aqueles que o vêem somente após um longo tempo
I setsu butsu nan chi — exponho o quanto é difícil encontrar-se com ele.
Ga chi riki nyo ze — O poder de minha sabedoria é tamanho
Eko sho mu ryo — que seus raios iluminam o infinito.
Ju myo mu shu ko — Minha vida, extensa como incontáveis kalpas,
Ku shu go sho toku — é resultante de uma prática muito longa.
Nyo to u chi sha — Homens de sabedoria,
Mot to shi sho gi — não abriguem nenhuma dúvida sobre isso!
To dan ryo yo jin — Livrem-se das dúvidas definitivamente,
Butsu go jip pu ko — pois as palavras do Buda são sempre verdadeiras.
Nyo I zen ho ben — O Buda é como um excelente médico
I ji o shi ko — que se vale de meios hábeis
Jitsu zai ni gon shi — para curar seus filhos iludidos.
Mu no sek ko mo — Embora na realidade esteja vivo, anuncia que entrou no nirvana.
Ga yaku I se bu — Porém, ninguém pode acusá-lo de mentiroso.
Ku sho ku gen sha — Eu sou o pai deste mundo e salvo aqueles que sofrem e os que encontram aflitos.
I bon bu ten do — Devido à ilusão das pessoas,
Jitsu zai ni gon metsu — apesar de eu estar vivo, anuncio que entrei no nirvana.
I jo ken ga ko — Pois se me vissem constantemente,
Ni sho kyo shi shin — a arrogância e o egoísmo tomariam conta de seu coração.
Ho itsu jaku go yaku — Ignorando as restrições, entregariam–se aos cinco desejos,
Da o aku do chu — e cairiam nos maus caminhos da existência.
Ga jo chi shu jo — Estou sempre ciente de que são as pessoas
Gyo do fu gyo do — que praticam o Caminho e as que não o praticam,
Zui o sho ka do — em resposta às suas necessidades de salvação
I ses shu ju ho — ensino-lhes várias doutrinas.
Mai ji sa ze nen — Medito constantemente:
I gar ryo shu jo — Como posso conduzir as pessoas
Toku nyu mu jo do — ao caminho supremo
Soku jo ju bus shin — e fazer com que adquiram rapidamente o corpo de um buda?
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30.11.08
1.10.08
Quero mudar o mundo
Como a gente começa a mudar o mundo? Pela própria vida. O inicio é a consciência. Como voce começou a mudar o seu mundo? De aqui sua idéia.
4.8.08
domingo de pais, filhos, marido, neta.
3.2.08
Depois de 33 anos um novo inicio
Começo hoje a segunda etapa de meu programa de saúde , planejado no final de 2007. Durante janeiro aumentei para duas vezes por semana os exercícios semanais. Cheguei a três vezes algumas semanas. Iniciei andando 3 voltas na "ilha"da Rua Vieira Serra em 20 minutos e ficando de língua de fora, dormindo a tarde. Subia a ladeira em 5 minutos . 30 dias após o inicio, subi a ladeira em 2 minutos e dei 7 voltas em 30 minutos.Hoje inicio o processo alimentar, visando ser mais leve para meu fígado. E desta vez, vai. Ao final de fevereiro comemorarei a perda de 2 kilos e a leveza para subir escadas e a ladeira da tortura.
1.2.08
Davos e as metas do milenio
Gordon Brown, Bill Gates, Bono Vox, Rainha Rania, Ban Ki-moon, Klaus Schwab, Umaru Musa Yar’Adua e John Chambers divulgam declaração conjunta.
Durante a reunião Anual 2008 do World Economic Forum, em Davos alguns líderes globais divulgaram uma declaração conjunta prometendo que este será o ano de virada na luta contra a pobreza. O mundo enfrenta uma “emergência por desenvolvimento”, declararam todos. “Prometemos trabalhar em conjunto para ajudar o mundo a cumprir com sua agenda e com as Metas do Milênio.”
Os líderes que conduziram a convocação para toda a sociedade agir incluem Ban Ki-moon, Secretário Geral da ONU, Umaru Musa Yar’Adua, presidente da Nigéria, Gordon Brown, Primeiro-Ministro do Reino Unido, Vossa Majestade Rainha Rania Al Abdullah da Jordânia William H. Gates III, Presidente Executivo da Microsoft, Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do World Economic Forum, Bono Vox, músico e membro da DATA (Dívida, AIDS, Comércio e África, em inglês), e John T. Chambers, Presidente Executivo e CEO da Cisco.
“Estamos aqui hoje apenas para dizer algo em alto e bom som: Não sob nossa guarda!”, afirma o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon. “Eu falo em nome aqueles que são mais vulneráveis às mudanças climáticas e por aqueles que sofrem com a mais extrema pobreza. Que 2008 seja o ano de virada”, comenta.
“Todos nós concordamos que este é o momento de passar de promessa para performance... Vamos transformar nossos compromissos em ação pelas crianças de todo o mundo”, completa a Rainha Rania.
“Este é um pacto moral e não um contrato jurídico. Para darmos um passo adiante, é necessário usar esse acordo e transformá-lo em contratos oficiais”, afirma Bono. “Graças às lideranças africanas e ao cancelamento de dívidas, 29 milhões de crianças vão agora para a escola”, ressalta.
“Para nós africanos, atingir as Metas do Milênio é um dever sagrado”, afirma o presidente da Nigéria, Umaru Musa Yar’Adua. “Um dos nossos maiores desafios na África é a falta de infra-estrutura, que é uma das chaves para atingir as Metas do Milênio. Eu agradeço essa iniciativa da comunidade global.”
“Estou certo que, aqui em Davos, dizemos a verdade: é necessário uma emergência por desenvolvimento e devemos convencer a todos a tomarem medidas para alcançarmos as Metas do Milênio em 2015”, ressalta o Primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown.
“Este chamado para todos agirem se encaixa na idéia de capitalismo criativo”, afirma Bill Gates. “Nós podemos ter mais progressos e é importante fazer parte dessa iniciativa”, completa o executivo. “Eu desafio as empresas a se unirem aos governos e às ONGs para renovarem os esforços”, declara Chambers. “É o poder da inovação colaborativa que faz diferença”, destaca.
Declaração conjunta diz: “Na reunião do milênio, em 2000, a comunidade internacional – diversos líderes mundiais, organismos internacionais, de quase todos os países – prometeu não poupar esforços para atingir sete principais objetivos, chamados de Metas do Milênio.
Passado metade do tempo até 2015, fizemos progressos vitais: . 3 milhões de crianças a mais sobrevivem todos os anos . 2 milhões de pessoas agora recebem tratamento contra a AIDS . Mais 41 milhões de crianças estão na escola . 2 milhões de vidas são salvas todos os anos com vacinação básica . Poliomielite, Lepra e Tétano neonatal estão a ponto de serem eliminados . As economias africanas cresceram em média 6% ao ano nos últimos três anos e estão prontas para um desenvolvimento ainda mais acelerado mais nos próximos.
Este progresso inspira todos nós a fazer mais. Sabemos que podemos fazer a diferença. Mas, ainda enfrentamos desafios enormes – uma emergência por desenvolvimento: .72 milhões de crianças ainda não vão à escola e muitos dos que freqüentam as salas de aula recebem educação de baixa qualidade . Metade das nações em desenvolvimento sofre com a falta de saneamento básico. Caso a tendência se mantenha, a meta de saneamento não será batida em quase 600 milhões de pessoas. . Mais de meio milhão de mulheres ainda morrem todos os anos por complicações que podem ser tratadas e prevenidas relacionados ao parto ou pós-nascimento . Mais de 33 milhões de pessoas são soropositivas e mais de um milhão morrem de malária todos os anos, incluindo uma criança a cada 30 segundos . 980 milhões de pessoas ainda vivem com menos de US$ 1 por dia.
Ou seja, sem um extraordinário esforço, nós vamos fracassar no cumprimento das Metas do Milênio. O ano de 2008 é crítico. Se não voltarmos a ação, vamos falhar. Hoje, aqui em Davos, nós endossamos o comprometimento para trabalhar e tornar 2008 o ano da virada na luta contra a pobreza. Estamos felizes por unir forças aos 19 países e a 21 empresas do setor privado que agora assinam O Chamado para Ação das Metas do Milênio. E prometemos trabalharmos juntos para ajudar o mundo voltar a cumprir as Metas do Milênio.
Nós sabemos que só teremos sucesso se os governos, o setor privado, grupos religiosos, a sociedade civil e as ONGs trabalharem juntos.
E para catalizar, inspirar e focar as nossas atividades nesta coalização além das fronteiras – e para medir os progressos das promessas feitas para 2015 – hoje concordamos que a comunidade mundial deve estabelecer alguns propósitos para 2010 em direção às metas de 2015, incluindo: . Mais 75 milhões de pessoas retiradas da extrema pobreza na África . Mais 25 milhões de crianças nas escolas . Mais 4 milhões de vidas infantis salvas . Mais 35 milhões de nascimentos feitos por pessoas com as habilidades médicas exigidas entre hoje e 2010 . Mais 70 milhões de pessoas com acesso à água potável.
Uma série de reuniões internacionais durante este ano vão identificar o que mais nós precisamos para atingir esses resultados e concordamos em concretizar os seguintes planos:
Na primavera, o setor privado vai se reunir e anunciar novas medidas para ajudar a alcançar as Metas do Milênio.
Em junho, os líderes europeus vão definir o que a União Européia pode fazer para acelerar progresso em direção às MetasIn July, the Japan G8 Summit will focus on development and climate change.
Em julho, a reunião do G8 no Japão será voltada para discutir o aquecimento global e o desenvolvimento: Em setembro, na ONU – e pela primeira vez – governos, empresas, organizações da sociedade civil, ONGs e grupos religiosos vão se reunir para marcar qual é a metade do caminho para as Metas do Milênio, analisar o progresso e decidir quais são os passos adicionais que a comunidade internacional deve tomar para acelerar as ações.
E os italianos concordaram em levar isso adiante em 2008 com seu G8 - O mundo testemunha uma emergência por desenvolvimento e é necessário criar um esforço global para voltarmos a cumprir com as Metas do Milênio. Nos comprometemos a nos reunir e duplicar nossos trabalhos.” Mais de 2.500 participantes de 88 países estão reunidos em Davos, entre os quais 27 chefes de estados ou governos, 113 ministros de governo, junto com líderes religiosos, da mídia e chefes de organizações não-governamentais. Cerca de 60% dos participantes são líderes do mundo dos negócios vindo de empresas associadas do Forum - 1,000 das maiores empresas globais em todos os setores econômicos.
Presidentes conjuntos da reunião de Davos 2008: Tony Blair, primeiro ministro do Reino Unido (1997-2007), Membro do Conselho de Fundação do World Economic Forum; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
James Dimon, presidente e CEO, JPMorgan Chase & Co., EUA; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
K.V. Kamath, diretor geral e chief executive Officer, ICICI Bank, India; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
Henry Kissinger, presidente, Kissinger Associates, EUA; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
Indra K. Nooyi, pesidente e CEO, PepsiCo, EUA;presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
David J. O’Reilly, presidente e CEO, Chevron Corporation, EUA; Presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum
Wang Jianzhou, executivo Principal, China Mobile Communications Corporation, República Popular da China; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum
Todos os participantes da Reunião Anual do World Economic Forum 2008 podem assistir às respostas à Pergunta de Davos, e são incentivados a responder diretamente para perguntas do público no primeiro quiosque de vídeo da YouTube montado no Centro de Congressos em Davos. Algumas das melhores contribuições serão utilizadas durante sessões chaves do programa.
Perfil - O World Economic Forum é uma organização internacional independente compromissada em melhorar as condições do mundo, envolvendo lideranças para estruturar agendas locais, regionais e globais.
Incorporada como uma fundação em 1971, e sediada em Genebra na Suíça, o World Economic Forum é imparcial, não tem fins lucrativos e não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais. www.weforum.org
Durante a reunião Anual 2008 do World Economic Forum, em Davos alguns líderes globais divulgaram uma declaração conjunta prometendo que este será o ano de virada na luta contra a pobreza. O mundo enfrenta uma “emergência por desenvolvimento”, declararam todos. “Prometemos trabalhar em conjunto para ajudar o mundo a cumprir com sua agenda e com as Metas do Milênio.”
Os líderes que conduziram a convocação para toda a sociedade agir incluem Ban Ki-moon, Secretário Geral da ONU, Umaru Musa Yar’Adua, presidente da Nigéria, Gordon Brown, Primeiro-Ministro do Reino Unido, Vossa Majestade Rainha Rania Al Abdullah da Jordânia William H. Gates III, Presidente Executivo da Microsoft, Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do World Economic Forum, Bono Vox, músico e membro da DATA (Dívida, AIDS, Comércio e África, em inglês), e John T. Chambers, Presidente Executivo e CEO da Cisco.
“Estamos aqui hoje apenas para dizer algo em alto e bom som: Não sob nossa guarda!”, afirma o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon. “Eu falo em nome aqueles que são mais vulneráveis às mudanças climáticas e por aqueles que sofrem com a mais extrema pobreza. Que 2008 seja o ano de virada”, comenta.
“Todos nós concordamos que este é o momento de passar de promessa para performance... Vamos transformar nossos compromissos em ação pelas crianças de todo o mundo”, completa a Rainha Rania.
“Este é um pacto moral e não um contrato jurídico. Para darmos um passo adiante, é necessário usar esse acordo e transformá-lo em contratos oficiais”, afirma Bono. “Graças às lideranças africanas e ao cancelamento de dívidas, 29 milhões de crianças vão agora para a escola”, ressalta.
“Para nós africanos, atingir as Metas do Milênio é um dever sagrado”, afirma o presidente da Nigéria, Umaru Musa Yar’Adua. “Um dos nossos maiores desafios na África é a falta de infra-estrutura, que é uma das chaves para atingir as Metas do Milênio. Eu agradeço essa iniciativa da comunidade global.”
“Estou certo que, aqui em Davos, dizemos a verdade: é necessário uma emergência por desenvolvimento e devemos convencer a todos a tomarem medidas para alcançarmos as Metas do Milênio em 2015”, ressalta o Primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown.
“Este chamado para todos agirem se encaixa na idéia de capitalismo criativo”, afirma Bill Gates. “Nós podemos ter mais progressos e é importante fazer parte dessa iniciativa”, completa o executivo. “Eu desafio as empresas a se unirem aos governos e às ONGs para renovarem os esforços”, declara Chambers. “É o poder da inovação colaborativa que faz diferença”, destaca.
Declaração conjunta diz: “Na reunião do milênio, em 2000, a comunidade internacional – diversos líderes mundiais, organismos internacionais, de quase todos os países – prometeu não poupar esforços para atingir sete principais objetivos, chamados de Metas do Milênio.
Passado metade do tempo até 2015, fizemos progressos vitais: . 3 milhões de crianças a mais sobrevivem todos os anos . 2 milhões de pessoas agora recebem tratamento contra a AIDS . Mais 41 milhões de crianças estão na escola . 2 milhões de vidas são salvas todos os anos com vacinação básica . Poliomielite, Lepra e Tétano neonatal estão a ponto de serem eliminados . As economias africanas cresceram em média 6% ao ano nos últimos três anos e estão prontas para um desenvolvimento ainda mais acelerado mais nos próximos.
Este progresso inspira todos nós a fazer mais. Sabemos que podemos fazer a diferença. Mas, ainda enfrentamos desafios enormes – uma emergência por desenvolvimento: .72 milhões de crianças ainda não vão à escola e muitos dos que freqüentam as salas de aula recebem educação de baixa qualidade . Metade das nações em desenvolvimento sofre com a falta de saneamento básico. Caso a tendência se mantenha, a meta de saneamento não será batida em quase 600 milhões de pessoas. . Mais de meio milhão de mulheres ainda morrem todos os anos por complicações que podem ser tratadas e prevenidas relacionados ao parto ou pós-nascimento . Mais de 33 milhões de pessoas são soropositivas e mais de um milhão morrem de malária todos os anos, incluindo uma criança a cada 30 segundos . 980 milhões de pessoas ainda vivem com menos de US$ 1 por dia.
Ou seja, sem um extraordinário esforço, nós vamos fracassar no cumprimento das Metas do Milênio. O ano de 2008 é crítico. Se não voltarmos a ação, vamos falhar. Hoje, aqui em Davos, nós endossamos o comprometimento para trabalhar e tornar 2008 o ano da virada na luta contra a pobreza. Estamos felizes por unir forças aos 19 países e a 21 empresas do setor privado que agora assinam O Chamado para Ação das Metas do Milênio. E prometemos trabalharmos juntos para ajudar o mundo voltar a cumprir as Metas do Milênio.
Nós sabemos que só teremos sucesso se os governos, o setor privado, grupos religiosos, a sociedade civil e as ONGs trabalharem juntos.
E para catalizar, inspirar e focar as nossas atividades nesta coalização além das fronteiras – e para medir os progressos das promessas feitas para 2015 – hoje concordamos que a comunidade mundial deve estabelecer alguns propósitos para 2010 em direção às metas de 2015, incluindo: . Mais 75 milhões de pessoas retiradas da extrema pobreza na África . Mais 25 milhões de crianças nas escolas . Mais 4 milhões de vidas infantis salvas . Mais 35 milhões de nascimentos feitos por pessoas com as habilidades médicas exigidas entre hoje e 2010 . Mais 70 milhões de pessoas com acesso à água potável.
Uma série de reuniões internacionais durante este ano vão identificar o que mais nós precisamos para atingir esses resultados e concordamos em concretizar os seguintes planos:
Na primavera, o setor privado vai se reunir e anunciar novas medidas para ajudar a alcançar as Metas do Milênio.
Em junho, os líderes europeus vão definir o que a União Européia pode fazer para acelerar progresso em direção às MetasIn July, the Japan G8 Summit will focus on development and climate change.
Em julho, a reunião do G8 no Japão será voltada para discutir o aquecimento global e o desenvolvimento: Em setembro, na ONU – e pela primeira vez – governos, empresas, organizações da sociedade civil, ONGs e grupos religiosos vão se reunir para marcar qual é a metade do caminho para as Metas do Milênio, analisar o progresso e decidir quais são os passos adicionais que a comunidade internacional deve tomar para acelerar as ações.
E os italianos concordaram em levar isso adiante em 2008 com seu G8 - O mundo testemunha uma emergência por desenvolvimento e é necessário criar um esforço global para voltarmos a cumprir com as Metas do Milênio. Nos comprometemos a nos reunir e duplicar nossos trabalhos.” Mais de 2.500 participantes de 88 países estão reunidos em Davos, entre os quais 27 chefes de estados ou governos, 113 ministros de governo, junto com líderes religiosos, da mídia e chefes de organizações não-governamentais. Cerca de 60% dos participantes são líderes do mundo dos negócios vindo de empresas associadas do Forum - 1,000 das maiores empresas globais em todos os setores econômicos.
Presidentes conjuntos da reunião de Davos 2008: Tony Blair, primeiro ministro do Reino Unido (1997-2007), Membro do Conselho de Fundação do World Economic Forum; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
James Dimon, presidente e CEO, JPMorgan Chase & Co., EUA; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
K.V. Kamath, diretor geral e chief executive Officer, ICICI Bank, India; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
Henry Kissinger, presidente, Kissinger Associates, EUA; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
Indra K. Nooyi, pesidente e CEO, PepsiCo, EUA;presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
David J. O’Reilly, presidente e CEO, Chevron Corporation, EUA; Presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum
Wang Jianzhou, executivo Principal, China Mobile Communications Corporation, República Popular da China; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum
Todos os participantes da Reunião Anual do World Economic Forum 2008 podem assistir às respostas à Pergunta de Davos, e são incentivados a responder diretamente para perguntas do público no primeiro quiosque de vídeo da YouTube montado no Centro de Congressos em Davos. Algumas das melhores contribuições serão utilizadas durante sessões chaves do programa.
Perfil - O World Economic Forum é uma organização internacional independente compromissada em melhorar as condições do mundo, envolvendo lideranças para estruturar agendas locais, regionais e globais.
Incorporada como uma fundação em 1971, e sediada em Genebra na Suíça, o World Economic Forum é imparcial, não tem fins lucrativos e não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais. www.weforum.org
31.1.08
Green Business in 2008
The State of Green Business in 2008: Are We Swimming, Treading or Sinking?
GreenBiz.com, 30 January 2008 - Hardly a day goes by without a company proclaiming their intent to slash energy consumption, reduce waste or take some other bold action to green their operations or products. The wave of announcements is dizzying. It made the editors at GreenBiz.com wonder: Is this is just lip-service, or is the adoption of green business practices really growing? The group embarked on a journey to solve this mystery using data on a slew of indicators comprising the GreenBiz Index, part of the inaugural "State of Green Business 2008" report released today. The conclusion: Environmental performance overall in the U.S. is gradually advancing, but often not at the pace needed to offset economic growth or avoid the worst effects of climate change. "The state of green business is improving, slowly but surely, as companies both large and small learn the value of integrating environmental thinking into their operations in ways that align with core business strategy and bottom-line goals," says Joel Makower, executive editor of GreenBiz.com. "Green business has shifted from a movement to a market. But there is much, much more to do." Makower and his fellow editors at GreenBiz.com compiled a set of indicators measuring various aspects of green business, ranging from paper use and toxic emissions to building energy use and employee commuting. The group then assigned each indicator a symbol to represent progress: a "sinking," symbol means a measure is losing ground; a "swimming" icon indicates progress is being made; and a "treading" symbol shows an indicator holding its own. In half of the measures — 10 of the 20 indicators — the verdict was "treading," as progress was lacking or be slow, or at least too slow to address the magnitude of environmental challenges. They include pesticide use on U.S. farms, which hasn't changed much since 1999. The number of teleworkers is slowly gaining but there hasn't been much progress in getting employees to abandon their solo commutes to work. While publicly traded companies are more likely to publish corporate responsibility reports, the number of companies reporting totaled only 253 in 2007 -- that's less than a 50 percent increase over five years. There are bright spots, including eight indicators deemed "swimming." Clean technology investments in the U.S., for instance, soared to more than $48 billion in 2006, largely driven by a 132 percent increase in venture capital dollars going toward renewable energy, waste reduction, resource management and other activities that fall within the loosely defined area of clean tech. Related patents shined, too, with U.S. clean-tech patents accounting for nearly half of those issued worldwide. The explosion of commercial green building projects also is heartening, with a 500 percent increase in the amount of LEED-certified office space between 2005 and 2007. The total amount of paper used in the U.S. has hit a plateau, while at the same time, the economy continues humming. Energy use, measured per dollar of gross national product, is declining, although the rate of improvement has slowed. Packaging use of aluminum, paper, plastics and steel is making small but steady improvement in efficiency. And renewble energy generation, though increasing, may not grow fast enough to overcome the need to build more fossil fuel-fired power plants. Two of the indicators were deemed "sinking." One was carbon intensity, measured as carbon dioxide emissions per unit of gross domestic product. Between 2005 and 2006, carbon intensity fell 4.2 percent, which, at first blush, appears encouraging. But it doesn't change the fact that the U.S. leads in both overall greenhouse gas emissions and per-capita emissions, or the need to significantly reduce absolute emissions. And even though the amount of e-waste being recycled keeps growing, the absolute tonnage of electronics waste entering landfills or being sent overseas is staggering. But with no reporting mandates, federal e-waste laws or single clearinghouse for e-waste recovery data, it is difficult to determine exactly how much unwanted electronics is being recycled in a responsible way. The lack of data transcended the e-waste recycling indicator. After determining the indicator list, the editors looked for reliable data that was both meaningful and repeatable, since they intend to track progress annually. Some data were relatively easy to find while others proved more elusive. Was it really true that the most recent data showing the amount of water used in the U.S. is nearly eight years old? The short answer is yes, which is troubling considering drought concerns in various parts of the country, particularly in the Southeast. Concludes Makower: "If you believe in the adage, 'what gets measured gets managed,' then it's clear why many of the major impacts of business aren't being well managed, at least on the macro scale." Download the free State of Green Business 2008 report at StateOfGreenBusiness.com .
This article is reproduced www.greenbiz.com.
GreenBiz.com, 30 January 2008 - Hardly a day goes by without a company proclaiming their intent to slash energy consumption, reduce waste or take some other bold action to green their operations or products. The wave of announcements is dizzying. It made the editors at GreenBiz.com wonder: Is this is just lip-service, or is the adoption of green business practices really growing? The group embarked on a journey to solve this mystery using data on a slew of indicators comprising the GreenBiz Index, part of the inaugural "State of Green Business 2008" report released today. The conclusion: Environmental performance overall in the U.S. is gradually advancing, but often not at the pace needed to offset economic growth or avoid the worst effects of climate change. "The state of green business is improving, slowly but surely, as companies both large and small learn the value of integrating environmental thinking into their operations in ways that align with core business strategy and bottom-line goals," says Joel Makower, executive editor of GreenBiz.com. "Green business has shifted from a movement to a market. But there is much, much more to do." Makower and his fellow editors at GreenBiz.com compiled a set of indicators measuring various aspects of green business, ranging from paper use and toxic emissions to building energy use and employee commuting. The group then assigned each indicator a symbol to represent progress: a "sinking," symbol means a measure is losing ground; a "swimming" icon indicates progress is being made; and a "treading" symbol shows an indicator holding its own. In half of the measures — 10 of the 20 indicators — the verdict was "treading," as progress was lacking or be slow, or at least too slow to address the magnitude of environmental challenges. They include pesticide use on U.S. farms, which hasn't changed much since 1999. The number of teleworkers is slowly gaining but there hasn't been much progress in getting employees to abandon their solo commutes to work. While publicly traded companies are more likely to publish corporate responsibility reports, the number of companies reporting totaled only 253 in 2007 -- that's less than a 50 percent increase over five years. There are bright spots, including eight indicators deemed "swimming." Clean technology investments in the U.S., for instance, soared to more than $48 billion in 2006, largely driven by a 132 percent increase in venture capital dollars going toward renewable energy, waste reduction, resource management and other activities that fall within the loosely defined area of clean tech. Related patents shined, too, with U.S. clean-tech patents accounting for nearly half of those issued worldwide. The explosion of commercial green building projects also is heartening, with a 500 percent increase in the amount of LEED-certified office space between 2005 and 2007. The total amount of paper used in the U.S. has hit a plateau, while at the same time, the economy continues humming. Energy use, measured per dollar of gross national product, is declining, although the rate of improvement has slowed. Packaging use of aluminum, paper, plastics and steel is making small but steady improvement in efficiency. And renewble energy generation, though increasing, may not grow fast enough to overcome the need to build more fossil fuel-fired power plants. Two of the indicators were deemed "sinking." One was carbon intensity, measured as carbon dioxide emissions per unit of gross domestic product. Between 2005 and 2006, carbon intensity fell 4.2 percent, which, at first blush, appears encouraging. But it doesn't change the fact that the U.S. leads in both overall greenhouse gas emissions and per-capita emissions, or the need to significantly reduce absolute emissions. And even though the amount of e-waste being recycled keeps growing, the absolute tonnage of electronics waste entering landfills or being sent overseas is staggering. But with no reporting mandates, federal e-waste laws or single clearinghouse for e-waste recovery data, it is difficult to determine exactly how much unwanted electronics is being recycled in a responsible way. The lack of data transcended the e-waste recycling indicator. After determining the indicator list, the editors looked for reliable data that was both meaningful and repeatable, since they intend to track progress annually. Some data were relatively easy to find while others proved more elusive. Was it really true that the most recent data showing the amount of water used in the U.S. is nearly eight years old? The short answer is yes, which is troubling considering drought concerns in various parts of the country, particularly in the Southeast. Concludes Makower: "If you believe in the adage, 'what gets measured gets managed,' then it's clear why many of the major impacts of business aren't being well managed, at least on the macro scale." Download the free State of Green Business 2008 report at StateOfGreenBusiness.com .
This article is reproduced www.greenbiz.com.
29.1.08
Voce decide? Tips para resolver
Get in touch with your gut first. Once you start listing pros and cons, your rational mind will drown out your intuition. Klein defines intuition as the accumulation of experience converted to flash-fast thinking. "As you ponder that new job, you might think about the way you were treated at the interview and that may color your reaction," he says. "Even a bit of body language could instill some discomfort that could be warning you off."
To uncover your intuitive point of view, you can even flip a coin—not to make the decision for you, but so you can register your gut reaction to the result. How do you feel when one option drops out? If you're disappointed, ask yourself why.
Open up the options and visualize each one. Doing research is obviously valuable, but sometimes the fear of making a mistake can keep you researching beyond the point of productivity. On the flip side, the hunger for the relief of making a decision, any decision, can keep you from doing enough legwork. Without overdoing it, brainstorm a lot of options. Think creatively about combining the best pieces of each one by compromising or going whole hog: You could buy both the red and the black sweater.
Banish vague fears, such as "It may be a mistake," and instead try to see yourself in a specific scenario. Ask yourself concrete questions about the possible outcome: What's the worst that could happen? What would I do then? Could I live with that? "It's more important to visualize how each option would turn out," says Klein. "If you can, actually walk through them or do something on a trial basis. It's hard to evaluate things you haven't really savored."
Let go of the idea of the perfect answer. You cannot possibly get all the info, nor can you foretell the future and calculate all the risks. Chill out. "The harder a decision is to make, the closer the outcomes are to each other, and the less it matters," says Klein. "If you are agonizing over different resorts in Hawaii, you're just beating yourself up. There is never a guarantee that you're making the right decision. Just accept that."
Trust yourself. Improve your intuition by examining your decisions after you've made them. Look at whether you would do it the same way again.
To uncover your intuitive point of view, you can even flip a coin—not to make the decision for you, but so you can register your gut reaction to the result. How do you feel when one option drops out? If you're disappointed, ask yourself why.
Open up the options and visualize each one. Doing research is obviously valuable, but sometimes the fear of making a mistake can keep you researching beyond the point of productivity. On the flip side, the hunger for the relief of making a decision, any decision, can keep you from doing enough legwork. Without overdoing it, brainstorm a lot of options. Think creatively about combining the best pieces of each one by compromising or going whole hog: You could buy both the red and the black sweater.
Banish vague fears, such as "It may be a mistake," and instead try to see yourself in a specific scenario. Ask yourself concrete questions about the possible outcome: What's the worst that could happen? What would I do then? Could I live with that? "It's more important to visualize how each option would turn out," says Klein. "If you can, actually walk through them or do something on a trial basis. It's hard to evaluate things you haven't really savored."
Let go of the idea of the perfect answer. You cannot possibly get all the info, nor can you foretell the future and calculate all the risks. Chill out. "The harder a decision is to make, the closer the outcomes are to each other, and the less it matters," says Klein. "If you are agonizing over different resorts in Hawaii, you're just beating yourself up. There is never a guarantee that you're making the right decision. Just accept that."
Trust yourself. Improve your intuition by examining your decisions after you've made them. Look at whether you would do it the same way again.
27.1.08
23.1.08
19.1.08
9.1.08
Momento Sustentabilidade
8.1.08
Gripe e silogismos do Washington Post via Edu Prado
Once again, The Washington Post has published the winning 2007 submissions to its yearly contest.
The Washington Post's Style Invitational asked readers to take any word from the dictionary, alter it by adding, subtracting, or changing one letter, and supply a new definition. Here are this year's winners:
1. Bozone (n.): The substance surrounding stupid people that stops bright ideas from penetrating. The bozone layer, unfortunately, shows little sign of breaking down in the near future.
2. Foreploy (v): Any misrepresentation about yourself for the purpose of getting laid.
3. Cashtration (n.): The act of buying a house, which renders the subject financially impotent for an indefinite period.
4. Giraffiti (n): Vandalism spray-painted very, very high.
5. Sarchasm (n): The gulf between the author of sarcastic wit and the person who doesn't get it.
6. Inoculatte (v): To take coffee intravenously when you are running late.
7. Hipatitis (n): Terminal coolness.
8. Osteopornosis (n): A degenerate disease. (This one got extra
credit.)
9. Karmageddon (n): its like, when everybody is sending off all these really bad vibes, right? And then, like, the Earth explodes and it's like, a serious bummer.
10 Decafalon (n.): The grueling event of getting through the day consuming only things that are good for you.
11. Glibido (v): All talk and no action.
12. Dopeler effect (n): The tendency of stupid ideas to seem smarter when they come at you rapidly.
13. Arachnoleptic fit (n.): The frantic dance performed just after you've accidentally walked through a spider web.
14. Beelzebug (n.): Satan in the form of a mosquito that gets into your bedroom at three in the morning and cannot be cast out.
15. Caterpallor (n.): The color you turn after finding half a grub in the fruit you're eating.
And the pick of the literature:
16. Ignoranus (n): A person who's both stupid and an asshole.
The Washington Post has also published the winning 2007 submissions to its yearly neologism contest, in which readers are asked to supply alternative meanings for common words.
The winners are:
1. Coffee (n.), the person upon whom one coughs.
2. Flabbergasted (adj.), appalled over how much weight you have gained.
3 . Abdicate (v.), to give up all hope of ever having a flat stomach.
4. Esplanade (v.), to attempt an explanation while drunk.
5. Willy-nilly (adj.), impotent.
6. Negligent (adj.), describes a condition in which you absentmindedly answer the door in your nightgown.
7. Lymph (v.), to walk with a lisp.
8. Gargoyle (n.), olive-flavored mouthwash.
9. Flatulence (n.) emergency vehicle that picks you up after you are run over by a steamroller.
10. Balderdash (n.), a rapidly receding hairline.
11. Testicle (n.), a humorous question on an exam.
12. Rectitude (n.), the formal, dignified bearing adopted by proctologists.
13. Pokemon (n), a Rastafarian proctologist.
14. Oyster (n.), a person who sprinkles his conversation with Yiddishisms.
15. Frisbeetarianism (n.), (back by popular demand): The belief that, when you die, your Soul flies up onto the roof and gets stuck there.
16. Circumvent (n.), an opening in the front of boxer shorts worn by Jewish men.
The Washington Post's Style Invitational asked readers to take any word from the dictionary, alter it by adding, subtracting, or changing one letter, and supply a new definition. Here are this year's winners:
1. Bozone (n.): The substance surrounding stupid people that stops bright ideas from penetrating. The bozone layer, unfortunately, shows little sign of breaking down in the near future.
2. Foreploy (v): Any misrepresentation about yourself for the purpose of getting laid.
3. Cashtration (n.): The act of buying a house, which renders the subject financially impotent for an indefinite period.
4. Giraffiti (n): Vandalism spray-painted very, very high.
5. Sarchasm (n): The gulf between the author of sarcastic wit and the person who doesn't get it.
6. Inoculatte (v): To take coffee intravenously when you are running late.
7. Hipatitis (n): Terminal coolness.
8. Osteopornosis (n): A degenerate disease. (This one got extra
credit.)
9. Karmageddon (n): its like, when everybody is sending off all these really bad vibes, right? And then, like, the Earth explodes and it's like, a serious bummer.
10 Decafalon (n.): The grueling event of getting through the day consuming only things that are good for you.
11. Glibido (v): All talk and no action.
12. Dopeler effect (n): The tendency of stupid ideas to seem smarter when they come at you rapidly.
13. Arachnoleptic fit (n.): The frantic dance performed just after you've accidentally walked through a spider web.
14. Beelzebug (n.): Satan in the form of a mosquito that gets into your bedroom at three in the morning and cannot be cast out.
15. Caterpallor (n.): The color you turn after finding half a grub in the fruit you're eating.
And the pick of the literature:
16. Ignoranus (n): A person who's both stupid and an asshole.
The Washington Post has also published the winning 2007 submissions to its yearly neologism contest, in which readers are asked to supply alternative meanings for common words.
The winners are:
1. Coffee (n.), the person upon whom one coughs.
2. Flabbergasted (adj.), appalled over how much weight you have gained.
3 . Abdicate (v.), to give up all hope of ever having a flat stomach.
4. Esplanade (v.), to attempt an explanation while drunk.
5. Willy-nilly (adj.), impotent.
6. Negligent (adj.), describes a condition in which you absentmindedly answer the door in your nightgown.
7. Lymph (v.), to walk with a lisp.
8. Gargoyle (n.), olive-flavored mouthwash.
9. Flatulence (n.) emergency vehicle that picks you up after you are run over by a steamroller.
10. Balderdash (n.), a rapidly receding hairline.
11. Testicle (n.), a humorous question on an exam.
12. Rectitude (n.), the formal, dignified bearing adopted by proctologists.
13. Pokemon (n), a Rastafarian proctologist.
14. Oyster (n.), a person who sprinkles his conversation with Yiddishisms.
15. Frisbeetarianism (n.), (back by popular demand): The belief that, when you die, your Soul flies up onto the roof and gets stuck there.
16. Circumvent (n.), an opening in the front of boxer shorts worn by Jewish men.
7.1.08
Gripe ou Tristeza
5.1.08
3.1.08
Pernil de Araçoiaba da Serra
23.7.07
120 dias de programa espiritual
Consegui. Hoje começa a ultima semana dos 120 dias do programa espiritual. Um foco, todos os dias concentrada em conversar com Deus pela manhã. Recomedo. Dá uma tranquilidade que só a conversa com um ser superior permite. Começo agora um programa de meditação e preparo para conhecer a natureza da mente. Preparo para o encontro que terei um dia com Gigi, Edu, Armando, Zanith Suplicy e todos meus ancestrais que me fizeram o que sou hoje. Respiro Deus.
12.5.07
1.4.07
Uma semana de dieta do espirito

Alimento a alma com pensamentos sobre o que desejo e como conseguir. Simple as that.
26.3.07
25.3.07
20.3.07
19.3.07
Marta a pura
"Da minha parte não houve nenhuma demanda. O presidente sabia o que eu poderia fazer e ele achou que eu poderia ser útil no Ministério do Turismo", declarou Marta Ex Suplicy
15.3.07
Alongamento

Depois de uma noite inteira sonhando que ia a um novo trabalho num local novo, voltava para casa e entrava num metrô que ia só para o sul . A cada hora que eu passsava no vagão, olhando paisagens totalmente novas ficava mais longe de casa e não sabia descer e pegar um trem de volta. Um casal me acompanhava e era muito protetor. Acordei cansada e precisando alongar e meditar.
Freud explica.
14.3.07
sustentável é........
São Paulo Sustentável - uma outra cidade , melhor.

São Paulo tem jeito. Um novo movimento pela cidade de São Paulo está nascendo, mobilizando todos os movimentos de sociedade organizada e todos podem fazer parte da montagem de um plano de governo com metas claras e desejáveis por todos, com avaliações periódicas de metas, com durabilidade e para ser debatido por toda a sociedade que for votar no proximo prefeito. Qualquer um pode participar . Contate-me.
a terra não pertence ao homem
Carta escrita em 1854 pelo chefe Seattle ao presidente dos EUA, Franklin Pierce, quando este propôs comprar as terras de sua tribo, concedendo-lhe uma outra “reserva”. O Grande Chefe de Washington nos fez parte do seu desejo de comprar a nossa terra. O Grande Chefe nos fez parte da sua amizade e dos seus melhores sentimentos. Ele é muito generoso, pois bem sabemos que ele não precisa da nossa amizade em troca.No entanto, nós iremos considerar a sua oferta, pois sabemos que se não vendermos, o homem branco virá com os seus fusís e tomará a nossa terra. Mas como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los? Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho. Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro e o homem – todos pertencem à mesma família. Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar a nossa terra, pede muito de nós. O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra. Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós. Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar às suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz do pai do meu pai. Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos, e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam um irmão.O homem vermelho sempre recuou diante do homem branco, como a bruma das montanhas foge diante do sol nascente. Mas as cinzas dos nossos pais são sagradas Os seus túmulos são uma terra santa. Assim, estas colinas, estas árvores, este recanto de terra são sagrados aos nossos olhos. Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto. Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda. Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreenda. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo. O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro – o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu último suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados. Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra forma de agir. Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os alvejou de um trem ao passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecer vivos. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo. Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem às suas crianças o que ensinamos às nossas, que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos. Isto sabemos: a terra não pertence ao homem. O homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo. O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Todo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo. Mas nós iremos considerar a sua oferta de ir para a reserva que destinam ao meu povo. Viveremos afastados e em paz. Que importa onde passaremos o resto dos nossos dias? Nossas crianças viram os seus pais humilhados na derrota. Nossos guerreiros conheceram a vergonha. Depois da derrota, passam os dias em ócio e sujam seus corpos com comidas doces e bebidas fortes. Que importa onde passaremos o resto dos nossos dias? Já não são muitos. Mais algumas horas, alguns invernos, e já não restará nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram outrora nesta terra, ou que vagam pelos bosques, em pequenos grupos; nenhum deles estará presente para chorar sobre os túmulos de um povo outrora tão poderoso, tão cheio de esperança como o vosso. Mas porque chorar sobre o fim do meu povo? As tribos são feitas de homens, não mais. Os homens vêm e vão, como as ondas do mar. Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos – e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que O possuem, como desejam possuir nossa terra. Mas não é possível. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e feri-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos. Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnados do cheiro de muitos homens, e a visão das colinas maduras para a colheita obstruída por fios que falam. Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. O que significa dizer adeus ao pônei ágil e à caça? É o final da vida e o início da sobrevivência. Guardem na memória a recordação deste país, tal como está no momento em que o tomam. E com toda a sua força, todo o seu pensamento, todo o seu coração, preservem-no para os seus filhos, e amem-no como Deus nos ama a todos. Assim, iremos considerar a sua oferta de comprar a nossa terra. E se aceitarmos, será para estar seguros de receber a reserva que nos prometeram. Lá, talvez, poderemos terminar as breves jornadas que nos restam a viver segundo os nossos desejos. E quando o último homem vermelho tiver desaparecido desta terra, e que a nossa lembrança não for mais do que do que a sombra de uma nuvem flutuando na planície, estas margens e estas florestas abrigarão ainda os espíritos do meu povo. Pois eles amam esta terra como o recém-nascido ama o batimento do coração da sua mãe. Assim, se nos lhes vendermos a nossa terra, amem-na como nós a amamos. Tomem conta dela como nos o fizemos. Nós sabemos de uma coisa: nosso Deus é o mesmo Deus. Ele ama esta terra. O próprio homem branco não pode escapar ao destino comum. Talvez sejamos irmãos.Veremos (Texto transcrito no compêndio de Joseph Ki-Zerbo, Compagnons du Soleil, Anthologie des grands textes de l’humanité, Ed. La Découverte/UNESCO, Paris, 1992; e de Mehlem Adas, Geografia da América, Ed. Moderna 1987) site ladislau dowbor
13.3.07
de profundis

Oprah é onde vejo as tendencias. Até na Oprah já aparece que o segredo de uma vida boa é let go the magoa, let go the sadness, and be thankful for what and who you are. Tudo serve para aprender. Tudo.
Happiness is não guardar tristeza, não guardar nada. Deixar fluir que o universo conspira por voce, par avoce. Energia boa atrai energia boa.
De Profundis, mas verdadeiro.
12.3.07
10.3.07
nova marca
Isabela e eu criamos a PHi , a joia com a divina proporção esta a nossa marca . o numero phi feito por Glen Martins
cultura
A medida que envejecemos, las mujeres ganamos peso. Esto ocurre porque acumulamos mucha información en nuestra cabeza.
Pero claro, llega un punto en que tanta información no cabe en nuestra cabecita. Así que esta información acumulada empieza a distribuirse por todo el cuerpo.
Y ahora lo entiendo todo….No me sobran kilos!! No estoy mas gorda, soy culta, mui culta.
Pero claro, llega un punto en que tanta información no cabe en nuestra cabecita. Así que esta información acumulada empieza a distribuirse por todo el cuerpo.
Y ahora lo entiendo todo….No me sobran kilos!! No estoy mas gorda, soy culta, mui culta.
4.2.07
a dieta da fotografia
17.9.06
8.9.06
6.9.06
Todos pela educação

Hoje foi lançado e eu estava la , marcando minha presença e dando meu aval, um movimento nacional pela educação de qualidade.
Desenvolvemos Perci, Glen e eu a marca e o slogan de Todos pela educação, a pedido de Milu Vilella e Ana Maria Diniz e Vivianne Senna.
Nossa marca foi preterida pois a rede Globo levou Hans Donner que fez a marca. Mas o que importa é fazer parte, é mexer é nos unirmos . Estavam lá mil pessoas na frente do Museu do Ipiranga, as margens plácidas e ouviu-se um brado retumbante que a independência do Brasil virá apenas com a educação de qualidade para todos até 2022.
Encontrei vários amigos da Fundação Abrinq, Itamar , rose, Iracema, amélia, Sérgio Mindlin, Seu José Mindlin, alem de Milu Vilella, Ricardo Voltolini, Alexandre Schneider secretario Municipal da Prefeitura , ex gerente da Fundação Abrinq, Gilberto Cassab, o prefeito de São Paulo, Claudia Costin da Fundação Victor Civita, Viviane Senna, o ministro da educação, Ricardo Young do Instituto Ethos, Luis Erlanger da TV Globo e mais meio mundo. Será que com empresários e a sociedade civil abraçando desta vez vai? Viviane Senna (Instituto Ayrton Senna), contou com a colaboração de Creso Franco (professor e pesquisador da Pontificia Universidade Católica PUC–Rio de Janeiro), Maria Helena Guimarães Castro (Secretária de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo), Ricardo Chaves Martins (consultor da Câmara Federal), Reynaldo Fernandes (Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP), Ricardo Paes de Barros (pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA) e Ruben Klein (consultor da Cesgranrio). Esse grupo definiu as cinco metas do Compromisso. E estavam todos lá.
5.9.06
o prato é seu

O evento o prato é seu onde 13 ceramistas doaram 25 pratos em media, arrecadou 24 mil reais para a ONG Estrela nova , que com este dinheiro mantem uma atividade complementar para as crianças por um ano inteiro.
O meu jeito de ajudar a mudar o mundo. Este foi um de meus 30 pratos, fotografado por romulo Fialdini. Um luxo.
7.8.06
5.8.06
4.8.06
1.8.06
25.7.06
balinha perdida
Criado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Co-Rio (Comitê Organizador) e apresentado pelo governo federal com um ano de atraso, o solzinho pode vir a se chamar Cauê, Luca ou Kuará. Mas outro mascote pode tirar o sossego de organizadores e interessados no sucesso do evento esportivo.Não bastasse o fantasma do atraso nas obras das instalações no Rio, o site Kibe Loco (www.kibeloco.com.br) criou seu próprio mascote do Pan 2007, a Balinha Perdida --que deve ser uma dor de cabeça para os criadores de uma campanha que se esforça em mostrar o lado positivo da capital fluminense.Segundo o site de humor, a Balinha Perdida é o símbolo dos "Jogos 'Pan! Paf! Pow!' Americanos", "o mascote que tem realmente a ver com essa cidade". "É issaí! Perdeu, prayboy!", diz o personagem.
18.6.06
9.5.06
tio edu
Beth me pediu para escrever um texto para tio Edu e fiquei pensando nas palavras que seriam apropriadas para meu tio e padrinho querido.
Fiquei assim pensando que palavras combinam com ele:
Inteligente, culto, eficiente, amoroso, companheiro... elegante...Ah isso ele era! Tudo do bom e do melhor...
Exigente. Amigo dos amigos. Foi ele que me ensinou que aos amigos tudo, aos inimigos o rigor da lei. E Deus me livre ser seu inimigo.
Muita gente gostava dele! Lembro-me de um presente que o pessoal da “Scania” deu para ele. 25 anos de desenhinhos feitos durantes as reuniões. Pode alguém ser tão admirado a ponto de terem guardado suas garatujas durante 25 anos ?
Pode. Era o doutor Prado.
E quantas turmas ele tinha? Que eu me lembre, tinha a turma do escritório, a turma do tênis, a turma do martini, a turma do pôquer, a turma das palavras cruzadas, a turma do futebol, a turma do golfe, a turma do grupo, Nossa, como ele gostava de jantar às quintas feiras com a turma do “GRUPO”. Mesmo depois de dissolvido, eles se encontravam,... a Cida, o Waldir quando vinha da Austrália. Tudo tinha tempo e hora.
A imagem que todos temos dele é ele sentado no seu bar/biioteca, com seus 200 cavalinhos brancos pendurados na garrafa de White Horse e seu cigarrinho, fazendo palavras cruzadas. Estava sempre querendo saber das novidades do Pedro e da Cecilia, do Edu e da Beth, do Pedrinho e da Marina, do Bob , do Pedro e da Marta, do Lulu, e de quem chegasse para visitá-lo.
O Bob lembrou que ele sempre tinha jovens por perto. Os amigos dos filhos também eram amigos dele...É verdade. Ele gostava de jovens. Ele se sentia jovem. No futebol gostava de dar caneladas no Klaus e no Roberto Luis. As palavras cruzadas gostava de fazer com o Lulu, com Bob e com o Hobe, e gostava de ser o rei de qualquer grupo, de ganhar sempre, fosse o que fosse. Opinião, pôquer, o melhor martini. Adorava discutir com seus jovens advogados, Zé Thompson, Toninho, Henrique, Zé Carlos, Tatá ,ele era assim...
Com a tia Gigi, fazia todas as vontades, todas mesmo, mas mas do controle remoto da televisão, ele não abria mão. Ela não tinha vez mesmo... que dureza hein tia...
Fazia o bem sem dizer a quem. Tinha dezenas de afilhados, mas duas foram privilegiadas: a filha do Peleca, o salva vidas na praia das Astúrias e eu.
Passei férias no Guarujá, tive alpargatas de corda, pescava na “Manuela”, fui ameaçada pelo monstro da lagoa negra na piscina. Ganhei minha primeira viagem para o exterior , esquiei, tive colar de perolas aos 15 anos. A filha do Peleca teve muita coisa também, eu sei.
Mas foi Regina minha irmã, que escreveu as coisas mais bonitas, voltando do hospital nestes últimos meses.
Eu nunca soube que eu sendo a afilhada ele podia ter passado tanto carinho a ela.
Vou pedir para regina ler para vocês porque todo mundo sente um pouco do que ela escreveu. Vejam se não é verdade.
Tio
Você e eu sempre soubemos o carinho que tínhamos um pelo outro.
Do meu lado, aquela admiração, por um homem inteligente, bem sucedido, cheio de sí, até sarcástico... mas ao mesmo tempo sensível, amoroso, cúmplice e muito afetuoso.
Seu carisma era uma unanimidade. Sua presença irradiante. Jamais entraria num lugar sem ser notado. Admirado. Não só pela sua beleza e elegância, mas pela sua delicadeza (apesar do jeitão), com que se relacionava com as pessoas.
Com você aprendi a gostar de jazz, “ Take Five” do Dave Brubeck , e perceber o carinho e valor que sempre deu aos seus filhos , curtindo com eles como se tivesse a idade deles.
Vou sentir muitas saudades... pois você realmente foi o tio que mais amei. Beijo Regina.
Faço minhas as palavras da Regina.
A benção padrinho.
Fiquei assim pensando que palavras combinam com ele:
Inteligente, culto, eficiente, amoroso, companheiro... elegante...Ah isso ele era! Tudo do bom e do melhor...
Exigente. Amigo dos amigos. Foi ele que me ensinou que aos amigos tudo, aos inimigos o rigor da lei. E Deus me livre ser seu inimigo.
Muita gente gostava dele! Lembro-me de um presente que o pessoal da “Scania” deu para ele. 25 anos de desenhinhos feitos durantes as reuniões. Pode alguém ser tão admirado a ponto de terem guardado suas garatujas durante 25 anos ?
Pode. Era o doutor Prado.
E quantas turmas ele tinha? Que eu me lembre, tinha a turma do escritório, a turma do tênis, a turma do martini, a turma do pôquer, a turma das palavras cruzadas, a turma do futebol, a turma do golfe, a turma do grupo, Nossa, como ele gostava de jantar às quintas feiras com a turma do “GRUPO”. Mesmo depois de dissolvido, eles se encontravam,... a Cida, o Waldir quando vinha da Austrália. Tudo tinha tempo e hora.
A imagem que todos temos dele é ele sentado no seu bar/biioteca, com seus 200 cavalinhos brancos pendurados na garrafa de White Horse e seu cigarrinho, fazendo palavras cruzadas. Estava sempre querendo saber das novidades do Pedro e da Cecilia, do Edu e da Beth, do Pedrinho e da Marina, do Bob , do Pedro e da Marta, do Lulu, e de quem chegasse para visitá-lo.
O Bob lembrou que ele sempre tinha jovens por perto. Os amigos dos filhos também eram amigos dele...É verdade. Ele gostava de jovens. Ele se sentia jovem. No futebol gostava de dar caneladas no Klaus e no Roberto Luis. As palavras cruzadas gostava de fazer com o Lulu, com Bob e com o Hobe, e gostava de ser o rei de qualquer grupo, de ganhar sempre, fosse o que fosse. Opinião, pôquer, o melhor martini. Adorava discutir com seus jovens advogados, Zé Thompson, Toninho, Henrique, Zé Carlos, Tatá ,ele era assim...
Com a tia Gigi, fazia todas as vontades, todas mesmo, mas mas do controle remoto da televisão, ele não abria mão. Ela não tinha vez mesmo... que dureza hein tia...
Fazia o bem sem dizer a quem. Tinha dezenas de afilhados, mas duas foram privilegiadas: a filha do Peleca, o salva vidas na praia das Astúrias e eu.
Passei férias no Guarujá, tive alpargatas de corda, pescava na “Manuela”, fui ameaçada pelo monstro da lagoa negra na piscina. Ganhei minha primeira viagem para o exterior , esquiei, tive colar de perolas aos 15 anos. A filha do Peleca teve muita coisa também, eu sei.
Mas foi Regina minha irmã, que escreveu as coisas mais bonitas, voltando do hospital nestes últimos meses.
Eu nunca soube que eu sendo a afilhada ele podia ter passado tanto carinho a ela.
Vou pedir para regina ler para vocês porque todo mundo sente um pouco do que ela escreveu. Vejam se não é verdade.
Tio
Você e eu sempre soubemos o carinho que tínhamos um pelo outro.
Do meu lado, aquela admiração, por um homem inteligente, bem sucedido, cheio de sí, até sarcástico... mas ao mesmo tempo sensível, amoroso, cúmplice e muito afetuoso.
Seu carisma era uma unanimidade. Sua presença irradiante. Jamais entraria num lugar sem ser notado. Admirado. Não só pela sua beleza e elegância, mas pela sua delicadeza (apesar do jeitão), com que se relacionava com as pessoas.
Com você aprendi a gostar de jazz, “ Take Five” do Dave Brubeck , e perceber o carinho e valor que sempre deu aos seus filhos , curtindo com eles como se tivesse a idade deles.
Vou sentir muitas saudades... pois você realmente foi o tio que mais amei. Beijo Regina.
Faço minhas as palavras da Regina.
A benção padrinho.
27.4.06
bruna surfistinha
Aquela que controla seu corpo pode irritar seus compatriotas
subtitulo
Larry Rohter em São Paulo
Ela usa o nome Bruna Surfistinha, e dá novo significado à frase "beijar e contar". Primeiro em um blog que logo se tornou o mais popular do país e agora em seu livro de memórias campeão de vendas, ela excitou brasileiros e tornou-se celebridade com seus relatos gráficos e diários da vida de garota de programa.
Raquel Pacheco, a ex-prostituta Bruna Surfistinha, se tornou um fenômeno cultural no BrasilMas não foi apenas seu uso sagaz da Internet que fez de Bruna, cujo nome real é Raquel Pacheco, um fenômeno cultural. Ao vir a público com suas experiências, ela contrariou a convenção e iniciou um debate vigoroso sobre valores e práticas sexuais, revelando um país que nem sempre é tão desinibido quanto o mundo às vezes acredita.Entrevistada no escritório de seu editor, Pacheco, 21, disse que o blog que se tornou seu veículo para a fama surgiu quase por acidente. Mas depois que começou, logo percebeu seu potencial comercial e capacidade de transformá-la de mais uma garota de programa, como são chamadas as prostitutas de alta classe no Brasil, em empresária do erotismo."No início, eu só queria extravasar meus sentimentos; nem coloquei uma fotografia ou número de telefone", disse ela. "Eu queria mostrar o que acontece na cabeça de uma garota de programa, e não encontrava nada assim na Net. Eu pensei que, se eu tinha curiosidade, outros também teriam."Pacheco transformou essa curiosidade em sucesso de vendas com o livro "O Doce Veneno do Escorpião", que fez dela uma espécie de guru sexual. Uma mistura de autobiografia e manual, vendeu mais de 100.000 cópias desde que foi publicado, no ano passado, e acaba de ser traduzido para o espanhol.Pacheco disse que em noites de autógrafo, 80% do público é feminino. Ela não esperava isso porque a maior parte de seus leitores no blog parecia ser masculina, inclusive clientes que "queriam ver como classificava sua performance". Na sua opinião, o alto nível de interesse feminino em suas experiências sexuais reflete um vão no Brasil entre as noções de sexo e a realidade."Acho que há muita hipocrisia e um pouco de medo", disse ela. "As brasileiras têm essa imagem sensual, de que ficam à vontade e não têm inibições na cama. Mas todo mundo que mora aqui sabe que não é verdade."O carnaval e a sensualidade geral que parece permear o ambiente podem dar a impressão de que o Brasil é extraordinariamente permissivo e liberado, especialmente se comparado com outras nações predominantemente católicas. Mas especialistas dizem que a situação verdadeira é muito mais complicada, o que explica tanto o surgimento de Bruna quanto as fortes reações que provocou."O Brasil é um país de contradições, tanto em relação à sexualidade quanto a qualquer outra coisa", disse Richard Parker, antropólogo da Universidade Columbia, autor de "Bodies, Pleasures and Passions: Sexual Culture in Contemporary Brazil" (corpos, prazeres e paixões: a cultura sexual no Brasil contemporâneo) que deu aulas no país. "Há um espírito de transgressão na vida diária, mas há também muito moralismo."Como resultado, alguns brasileiros aplaudiram a franqueza de Bruna e dizem que é saudável falar de alguns tabus, como o que ela e alguns especialistas chamam de um gosto nacional pelo sexo anal. Outros criticam sua fama como uma manifestação nociva da economia de mercado e globalização."Isso é fruto de um tipo de sociedade na qual as pessoas fazem qualquer coisa por dinheiro, inclusive vender seus corpos para poder comprar um telefone celular", disse Maria Clara Lucchetti Bingemer, colunista de jornal e professora de teologia da Universidade Católica do Rio de Janeiro. "Sempre tivemos prostituição, mas era escondida, proibida. Agora é uma opção profissional como qualquer outra, e isso é verdadeiramente chocante."Mas Gabriela Silva Leite, socióloga e ex-prostituta que agora dirige um grupo de defesa de prostitutas, argumenta que essas preocupações são exageradas. "Não é um livro como esse que vai estimular a prostituição, mas a falta de educação e de oportunidades para as mulheres", disse ela. "Não acho que a Bruna glamoriza as coisas. Pelo contrário, você pode ver o livro dela como uma forma de advertência, pois ela fala do ambiente desagradável e de todas as dificuldades que enfrentou."Parte da controvérsia vem simplesmente do tom direto e desinibido de Pacheco sobre seu trabalho. Tradicionalmente, os brasileiros têm simpatia pelas mulheres pobres que vendem o corpo para alimentar os filhos; são vistas como vítimas das claras diferenças sociais e econômicas do país.Mas Pacheco não se encaixa nesse modelo. Ela vem de uma família de classe média e procurou a prostituição por rebeldia diante dos pais rígidos e porque queria ser economicamente independente, disse.Talvez ofenda alguns o fato de uma mulher falar e se comportar como fazem muitas vezes os homens brasileiros. Roberto da Matta, importante antropólogo e comentador social, observou que apesar da reversão de papel ser parte importante do carnaval, outras áreas da vida brasileira, inclusive relacionamentos sexuais, podem ser rígidas e hierárquicas.Sob o sistema de machismo que prevalece no Brasil e em outros países latino-americanos, "só o homem tem o direito de comandar sua vida sexual, e esse controle é tido como um atributo básico da masculinidade", explicou. "Então, quando uma mulher jovem, atraente e inteligente aparece e diz que é prostituta, você tem uma total inversão de papéis, deixando os homens frágeis em um terreno onde ela manda, não eles."Apesar de sua disposição para quebrar tabus, o atual plano de vida de Pacheco é convencional. Ela tem um namorado firme com quem espera se casar e está estudando para fazer vestibular para psicologia."Ser Bruna foi um papel que deixou uma marca em mim, mas não posso abandoná-la", disse Pacheco. "Há pessoas que ainda me chamam de Bruna, e não me incomodo, mas não quero ser ela para o resto da vida."Tampouco está imune à influência do pudor, um conceito importante na América Latina que combina elementos de modéstia, decência, propriedade e vergonha.Em seu livro, em vez de usar as palavras comumente usadas na rua para descrever os atos e órgãos sexuais, ela só usa as primeiras letras, com pontinhos indicando o que todos já sabem."Acho bastante vulgar dizer a palavra toda", explicou. "Mas não queria ser formal, tampouco." Tradução: Deborah Weinberg
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Larry Rohter em São Paulo
Ela usa o nome Bruna Surfistinha, e dá novo significado à frase "beijar e contar". Primeiro em um blog que logo se tornou o mais popular do país e agora em seu livro de memórias campeão de vendas, ela excitou brasileiros e tornou-se celebridade com seus relatos gráficos e diários da vida de garota de programa.
Raquel Pacheco, a ex-prostituta Bruna Surfistinha, se tornou um fenômeno cultural no BrasilMas não foi apenas seu uso sagaz da Internet que fez de Bruna, cujo nome real é Raquel Pacheco, um fenômeno cultural. Ao vir a público com suas experiências, ela contrariou a convenção e iniciou um debate vigoroso sobre valores e práticas sexuais, revelando um país que nem sempre é tão desinibido quanto o mundo às vezes acredita.Entrevistada no escritório de seu editor, Pacheco, 21, disse que o blog que se tornou seu veículo para a fama surgiu quase por acidente. Mas depois que começou, logo percebeu seu potencial comercial e capacidade de transformá-la de mais uma garota de programa, como são chamadas as prostitutas de alta classe no Brasil, em empresária do erotismo."No início, eu só queria extravasar meus sentimentos; nem coloquei uma fotografia ou número de telefone", disse ela. "Eu queria mostrar o que acontece na cabeça de uma garota de programa, e não encontrava nada assim na Net. Eu pensei que, se eu tinha curiosidade, outros também teriam."Pacheco transformou essa curiosidade em sucesso de vendas com o livro "O Doce Veneno do Escorpião", que fez dela uma espécie de guru sexual. Uma mistura de autobiografia e manual, vendeu mais de 100.000 cópias desde que foi publicado, no ano passado, e acaba de ser traduzido para o espanhol.Pacheco disse que em noites de autógrafo, 80% do público é feminino. Ela não esperava isso porque a maior parte de seus leitores no blog parecia ser masculina, inclusive clientes que "queriam ver como classificava sua performance". Na sua opinião, o alto nível de interesse feminino em suas experiências sexuais reflete um vão no Brasil entre as noções de sexo e a realidade."Acho que há muita hipocrisia e um pouco de medo", disse ela. "As brasileiras têm essa imagem sensual, de que ficam à vontade e não têm inibições na cama. Mas todo mundo que mora aqui sabe que não é verdade."O carnaval e a sensualidade geral que parece permear o ambiente podem dar a impressão de que o Brasil é extraordinariamente permissivo e liberado, especialmente se comparado com outras nações predominantemente católicas. Mas especialistas dizem que a situação verdadeira é muito mais complicada, o que explica tanto o surgimento de Bruna quanto as fortes reações que provocou."O Brasil é um país de contradições, tanto em relação à sexualidade quanto a qualquer outra coisa", disse Richard Parker, antropólogo da Universidade Columbia, autor de "Bodies, Pleasures and Passions: Sexual Culture in Contemporary Brazil" (corpos, prazeres e paixões: a cultura sexual no Brasil contemporâneo) que deu aulas no país. "Há um espírito de transgressão na vida diária, mas há também muito moralismo."Como resultado, alguns brasileiros aplaudiram a franqueza de Bruna e dizem que é saudável falar de alguns tabus, como o que ela e alguns especialistas chamam de um gosto nacional pelo sexo anal. Outros criticam sua fama como uma manifestação nociva da economia de mercado e globalização."Isso é fruto de um tipo de sociedade na qual as pessoas fazem qualquer coisa por dinheiro, inclusive vender seus corpos para poder comprar um telefone celular", disse Maria Clara Lucchetti Bingemer, colunista de jornal e professora de teologia da Universidade Católica do Rio de Janeiro. "Sempre tivemos prostituição, mas era escondida, proibida. Agora é uma opção profissional como qualquer outra, e isso é verdadeiramente chocante."Mas Gabriela Silva Leite, socióloga e ex-prostituta que agora dirige um grupo de defesa de prostitutas, argumenta que essas preocupações são exageradas. "Não é um livro como esse que vai estimular a prostituição, mas a falta de educação e de oportunidades para as mulheres", disse ela. "Não acho que a Bruna glamoriza as coisas. Pelo contrário, você pode ver o livro dela como uma forma de advertência, pois ela fala do ambiente desagradável e de todas as dificuldades que enfrentou."Parte da controvérsia vem simplesmente do tom direto e desinibido de Pacheco sobre seu trabalho. Tradicionalmente, os brasileiros têm simpatia pelas mulheres pobres que vendem o corpo para alimentar os filhos; são vistas como vítimas das claras diferenças sociais e econômicas do país.Mas Pacheco não se encaixa nesse modelo. Ela vem de uma família de classe média e procurou a prostituição por rebeldia diante dos pais rígidos e porque queria ser economicamente independente, disse.Talvez ofenda alguns o fato de uma mulher falar e se comportar como fazem muitas vezes os homens brasileiros. Roberto da Matta, importante antropólogo e comentador social, observou que apesar da reversão de papel ser parte importante do carnaval, outras áreas da vida brasileira, inclusive relacionamentos sexuais, podem ser rígidas e hierárquicas.Sob o sistema de machismo que prevalece no Brasil e em outros países latino-americanos, "só o homem tem o direito de comandar sua vida sexual, e esse controle é tido como um atributo básico da masculinidade", explicou. "Então, quando uma mulher jovem, atraente e inteligente aparece e diz que é prostituta, você tem uma total inversão de papéis, deixando os homens frágeis em um terreno onde ela manda, não eles."Apesar de sua disposição para quebrar tabus, o atual plano de vida de Pacheco é convencional. Ela tem um namorado firme com quem espera se casar e está estudando para fazer vestibular para psicologia."Ser Bruna foi um papel que deixou uma marca em mim, mas não posso abandoná-la", disse Pacheco. "Há pessoas que ainda me chamam de Bruna, e não me incomodo, mas não quero ser ela para o resto da vida."Tampouco está imune à influência do pudor, um conceito importante na América Latina que combina elementos de modéstia, decência, propriedade e vergonha.Em seu livro, em vez de usar as palavras comumente usadas na rua para descrever os atos e órgãos sexuais, ela só usa as primeiras letras, com pontinhos indicando o que todos já sabem."Acho bastante vulgar dizer a palavra toda", explicou. "Mas não queria ser formal, tampouco." Tradução: Deborah Weinberg
20.3.06
espirito da floresta
De noite eu, meio que no lusco fusco do dormitar, (manja?) naquele lance de quase dormir, olho em volta de mim e dezenas de almas de bichos, sei lá, onça, macaco, eram almas e sensações de almas de bichos e índios. Meninos, vou te contar. Os bichos vieram me ajudar a ser mais perspicaz mais acurada, sei lá, mas que foi uma coisa mais louca, ah isso foi. Acordei tão cansada! Eles fazem muito barulho.
1.3.06
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