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7.5.09

II Forum de Comunicação e Sustentabilidade


Ontem ouvi muitas palestras, muito ganhadores de Nobel falando, muitos filósofos, economistas , pessoas de diferentes background e conhecimento e numa síntese analítica, todos falavam da mesma coisa. Que o mundo precisa voltar aos velhos valores básicos . A crise não é econômica . É de valores. A saída da atual crise, ou que para a construção de um mundo sustentável, para uma saída inovadora para mudanças climáticas, nova matriz energética ou ainda para uma nova economia num patamar novo uma única ação é necessária: a volta a velhas idéias, ou apenas a recuperação de valores básicos de compaixão, diminuição de incertezas que afligem os humanos, que somos todos um, que somos o que não somos. Somos o big bang, a primeira molécula, a primeira ameba, a primeira vida, e que somos apenas porque estas coisas aconteceram. E que para termos a Mãe Terra é preciso perceber isto, termos compaixão, respeito com todos os seres da terra. Tenho dito.
http://www.comunicacaoesustentabilidade.com/blog/

Venha voce também!
Programaçao de hoje
09h00 - 10h00 Apresentação Pesquisa Dossiê Jovem MTV
10h00 - 14h00 Mesa 3: Democracia, Não Violência e Paz
David Trimble - Prêmio Nobel da Paz de 1998
Fernando Haddad - Ministro da Educação
Mario Sergio Cortella - Educação PUC-SP
Terezinha Azerêdo Rios - Filósofa
Vincent Defourny - UNESCO
Mediador: Ricardo Kotscho - Rev. Brasileiros/IG

5.5.09

A paz parece tão óbvia!



Lendo hoje o Treinamento BHODISATVA para a paz de SUA EMINENCIA CHAGDUD TULKU RINPOCHE a gente lê o obvio e acha o máximo. É só fazer. Han han.

22.4.09

Inspiração, sem trocadilhos

Acordei de madrugada e li um capitulo do livro "Para abrir o coração - Treinamento para a paz" de Chagdud Tulku, compilado pelo lama Shenpen Drolma. Prática do tonglen: “Também podemos treinar a mente para desenvolver as qualidades que nos permitirão agir com mais altruísmo, sem hesitação ou arrependimento. Para isto, um método eficaz é a meditação dar e tomar para si (tonglen), na qual você imagina que absorve o sofrimento das pessoas a cada inspiração e lhes envia a sua felicidade a cada expiração. De inicio, temendo atrair algum mal, você pode relutar em visualizar o sofrimento vindo em sua direção, mas não há nada a temer se a prática for feita com bom coração. Pelo poder da nossa intenção altruísta, começamos a nos ver como veículo para a felicidade dos outros: qualquer negatividade se dissolve e os nossos obscurecimentos são purificados.” Já li sobre isto muitas vezes , mas desta vez perdi o medo de inspirar o sofrimento dos outros.