Está chegando. Nicholas veio para comemorar o casamanto de Zani e sair de ferias em Itaparica , Bahia. Ganhei um alto falante Bose e um nanopod para conversar com meu tenis de meu Bob. Agora eles falarão quanto eu ando por dia .
4.8.08
3.2.08
Depois de 33 anos um novo inicio
Começo hoje a segunda etapa de meu programa de saúde , planejado no final de 2007. Durante janeiro aumentei para duas vezes por semana os exercícios semanais. Cheguei a três vezes algumas semanas. Iniciei andando 3 voltas na "ilha"da Rua Vieira Serra em 20 minutos e ficando de língua de fora, dormindo a tarde. Subia a ladeira em 5 minutos . 30 dias após o inicio, subi a ladeira em 2 minutos e dei 7 voltas em 30 minutos.Hoje inicio o processo alimentar, visando ser mais leve para meu fígado. E desta vez, vai. Ao final de fevereiro comemorarei a perda de 2 kilos e a leveza para subir escadas e a ladeira da tortura.
1.2.08
Davos e as metas do milenio
Gordon Brown, Bill Gates, Bono Vox, Rainha Rania, Ban Ki-moon, Klaus Schwab, Umaru Musa Yar’Adua e John Chambers divulgam declaração conjunta.
Durante a reunião Anual 2008 do World Economic Forum, em Davos alguns líderes globais divulgaram uma declaração conjunta prometendo que este será o ano de virada na luta contra a pobreza. O mundo enfrenta uma “emergência por desenvolvimento”, declararam todos. “Prometemos trabalhar em conjunto para ajudar o mundo a cumprir com sua agenda e com as Metas do Milênio.”
Os líderes que conduziram a convocação para toda a sociedade agir incluem Ban Ki-moon, Secretário Geral da ONU, Umaru Musa Yar’Adua, presidente da Nigéria, Gordon Brown, Primeiro-Ministro do Reino Unido, Vossa Majestade Rainha Rania Al Abdullah da Jordânia William H. Gates III, Presidente Executivo da Microsoft, Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do World Economic Forum, Bono Vox, músico e membro da DATA (Dívida, AIDS, Comércio e África, em inglês), e John T. Chambers, Presidente Executivo e CEO da Cisco.
“Estamos aqui hoje apenas para dizer algo em alto e bom som: Não sob nossa guarda!”, afirma o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon. “Eu falo em nome aqueles que são mais vulneráveis às mudanças climáticas e por aqueles que sofrem com a mais extrema pobreza. Que 2008 seja o ano de virada”, comenta.
“Todos nós concordamos que este é o momento de passar de promessa para performance... Vamos transformar nossos compromissos em ação pelas crianças de todo o mundo”, completa a Rainha Rania.
“Este é um pacto moral e não um contrato jurídico. Para darmos um passo adiante, é necessário usar esse acordo e transformá-lo em contratos oficiais”, afirma Bono. “Graças às lideranças africanas e ao cancelamento de dívidas, 29 milhões de crianças vão agora para a escola”, ressalta.
“Para nós africanos, atingir as Metas do Milênio é um dever sagrado”, afirma o presidente da Nigéria, Umaru Musa Yar’Adua. “Um dos nossos maiores desafios na África é a falta de infra-estrutura, que é uma das chaves para atingir as Metas do Milênio. Eu agradeço essa iniciativa da comunidade global.”
“Estou certo que, aqui em Davos, dizemos a verdade: é necessário uma emergência por desenvolvimento e devemos convencer a todos a tomarem medidas para alcançarmos as Metas do Milênio em 2015”, ressalta o Primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown.
“Este chamado para todos agirem se encaixa na idéia de capitalismo criativo”, afirma Bill Gates. “Nós podemos ter mais progressos e é importante fazer parte dessa iniciativa”, completa o executivo. “Eu desafio as empresas a se unirem aos governos e às ONGs para renovarem os esforços”, declara Chambers. “É o poder da inovação colaborativa que faz diferença”, destaca.
Declaração conjunta diz: “Na reunião do milênio, em 2000, a comunidade internacional – diversos líderes mundiais, organismos internacionais, de quase todos os países – prometeu não poupar esforços para atingir sete principais objetivos, chamados de Metas do Milênio.
Passado metade do tempo até 2015, fizemos progressos vitais: . 3 milhões de crianças a mais sobrevivem todos os anos . 2 milhões de pessoas agora recebem tratamento contra a AIDS . Mais 41 milhões de crianças estão na escola . 2 milhões de vidas são salvas todos os anos com vacinação básica . Poliomielite, Lepra e Tétano neonatal estão a ponto de serem eliminados . As economias africanas cresceram em média 6% ao ano nos últimos três anos e estão prontas para um desenvolvimento ainda mais acelerado mais nos próximos.
Este progresso inspira todos nós a fazer mais. Sabemos que podemos fazer a diferença. Mas, ainda enfrentamos desafios enormes – uma emergência por desenvolvimento: .72 milhões de crianças ainda não vão à escola e muitos dos que freqüentam as salas de aula recebem educação de baixa qualidade . Metade das nações em desenvolvimento sofre com a falta de saneamento básico. Caso a tendência se mantenha, a meta de saneamento não será batida em quase 600 milhões de pessoas. . Mais de meio milhão de mulheres ainda morrem todos os anos por complicações que podem ser tratadas e prevenidas relacionados ao parto ou pós-nascimento . Mais de 33 milhões de pessoas são soropositivas e mais de um milhão morrem de malária todos os anos, incluindo uma criança a cada 30 segundos . 980 milhões de pessoas ainda vivem com menos de US$ 1 por dia.
Ou seja, sem um extraordinário esforço, nós vamos fracassar no cumprimento das Metas do Milênio. O ano de 2008 é crítico. Se não voltarmos a ação, vamos falhar. Hoje, aqui em Davos, nós endossamos o comprometimento para trabalhar e tornar 2008 o ano da virada na luta contra a pobreza. Estamos felizes por unir forças aos 19 países e a 21 empresas do setor privado que agora assinam O Chamado para Ação das Metas do Milênio. E prometemos trabalharmos juntos para ajudar o mundo voltar a cumprir as Metas do Milênio.
Nós sabemos que só teremos sucesso se os governos, o setor privado, grupos religiosos, a sociedade civil e as ONGs trabalharem juntos.
E para catalizar, inspirar e focar as nossas atividades nesta coalização além das fronteiras – e para medir os progressos das promessas feitas para 2015 – hoje concordamos que a comunidade mundial deve estabelecer alguns propósitos para 2010 em direção às metas de 2015, incluindo: . Mais 75 milhões de pessoas retiradas da extrema pobreza na África . Mais 25 milhões de crianças nas escolas . Mais 4 milhões de vidas infantis salvas . Mais 35 milhões de nascimentos feitos por pessoas com as habilidades médicas exigidas entre hoje e 2010 . Mais 70 milhões de pessoas com acesso à água potável.
Uma série de reuniões internacionais durante este ano vão identificar o que mais nós precisamos para atingir esses resultados e concordamos em concretizar os seguintes planos:
Na primavera, o setor privado vai se reunir e anunciar novas medidas para ajudar a alcançar as Metas do Milênio.
Em junho, os líderes europeus vão definir o que a União Européia pode fazer para acelerar progresso em direção às MetasIn July, the Japan G8 Summit will focus on development and climate change.
Em julho, a reunião do G8 no Japão será voltada para discutir o aquecimento global e o desenvolvimento: Em setembro, na ONU – e pela primeira vez – governos, empresas, organizações da sociedade civil, ONGs e grupos religiosos vão se reunir para marcar qual é a metade do caminho para as Metas do Milênio, analisar o progresso e decidir quais são os passos adicionais que a comunidade internacional deve tomar para acelerar as ações.
E os italianos concordaram em levar isso adiante em 2008 com seu G8 - O mundo testemunha uma emergência por desenvolvimento e é necessário criar um esforço global para voltarmos a cumprir com as Metas do Milênio. Nos comprometemos a nos reunir e duplicar nossos trabalhos.” Mais de 2.500 participantes de 88 países estão reunidos em Davos, entre os quais 27 chefes de estados ou governos, 113 ministros de governo, junto com líderes religiosos, da mídia e chefes de organizações não-governamentais. Cerca de 60% dos participantes são líderes do mundo dos negócios vindo de empresas associadas do Forum - 1,000 das maiores empresas globais em todos os setores econômicos.
Presidentes conjuntos da reunião de Davos 2008: Tony Blair, primeiro ministro do Reino Unido (1997-2007), Membro do Conselho de Fundação do World Economic Forum; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
James Dimon, presidente e CEO, JPMorgan Chase & Co., EUA; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
K.V. Kamath, diretor geral e chief executive Officer, ICICI Bank, India; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
Henry Kissinger, presidente, Kissinger Associates, EUA; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
Indra K. Nooyi, pesidente e CEO, PepsiCo, EUA;presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
David J. O’Reilly, presidente e CEO, Chevron Corporation, EUA; Presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum
Wang Jianzhou, executivo Principal, China Mobile Communications Corporation, República Popular da China; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum
Todos os participantes da Reunião Anual do World Economic Forum 2008 podem assistir às respostas à Pergunta de Davos, e são incentivados a responder diretamente para perguntas do público no primeiro quiosque de vídeo da YouTube montado no Centro de Congressos em Davos. Algumas das melhores contribuições serão utilizadas durante sessões chaves do programa.
Perfil - O World Economic Forum é uma organização internacional independente compromissada em melhorar as condições do mundo, envolvendo lideranças para estruturar agendas locais, regionais e globais.
Incorporada como uma fundação em 1971, e sediada em Genebra na Suíça, o World Economic Forum é imparcial, não tem fins lucrativos e não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais. www.weforum.org
Durante a reunião Anual 2008 do World Economic Forum, em Davos alguns líderes globais divulgaram uma declaração conjunta prometendo que este será o ano de virada na luta contra a pobreza. O mundo enfrenta uma “emergência por desenvolvimento”, declararam todos. “Prometemos trabalhar em conjunto para ajudar o mundo a cumprir com sua agenda e com as Metas do Milênio.”
Os líderes que conduziram a convocação para toda a sociedade agir incluem Ban Ki-moon, Secretário Geral da ONU, Umaru Musa Yar’Adua, presidente da Nigéria, Gordon Brown, Primeiro-Ministro do Reino Unido, Vossa Majestade Rainha Rania Al Abdullah da Jordânia William H. Gates III, Presidente Executivo da Microsoft, Klaus Schwab, Fundador e Presidente Executivo do World Economic Forum, Bono Vox, músico e membro da DATA (Dívida, AIDS, Comércio e África, em inglês), e John T. Chambers, Presidente Executivo e CEO da Cisco.
“Estamos aqui hoje apenas para dizer algo em alto e bom som: Não sob nossa guarda!”, afirma o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon. “Eu falo em nome aqueles que são mais vulneráveis às mudanças climáticas e por aqueles que sofrem com a mais extrema pobreza. Que 2008 seja o ano de virada”, comenta.
“Todos nós concordamos que este é o momento de passar de promessa para performance... Vamos transformar nossos compromissos em ação pelas crianças de todo o mundo”, completa a Rainha Rania.
“Este é um pacto moral e não um contrato jurídico. Para darmos um passo adiante, é necessário usar esse acordo e transformá-lo em contratos oficiais”, afirma Bono. “Graças às lideranças africanas e ao cancelamento de dívidas, 29 milhões de crianças vão agora para a escola”, ressalta.
“Para nós africanos, atingir as Metas do Milênio é um dever sagrado”, afirma o presidente da Nigéria, Umaru Musa Yar’Adua. “Um dos nossos maiores desafios na África é a falta de infra-estrutura, que é uma das chaves para atingir as Metas do Milênio. Eu agradeço essa iniciativa da comunidade global.”
“Estou certo que, aqui em Davos, dizemos a verdade: é necessário uma emergência por desenvolvimento e devemos convencer a todos a tomarem medidas para alcançarmos as Metas do Milênio em 2015”, ressalta o Primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown.
“Este chamado para todos agirem se encaixa na idéia de capitalismo criativo”, afirma Bill Gates. “Nós podemos ter mais progressos e é importante fazer parte dessa iniciativa”, completa o executivo. “Eu desafio as empresas a se unirem aos governos e às ONGs para renovarem os esforços”, declara Chambers. “É o poder da inovação colaborativa que faz diferença”, destaca.
Declaração conjunta diz: “Na reunião do milênio, em 2000, a comunidade internacional – diversos líderes mundiais, organismos internacionais, de quase todos os países – prometeu não poupar esforços para atingir sete principais objetivos, chamados de Metas do Milênio.
Passado metade do tempo até 2015, fizemos progressos vitais: . 3 milhões de crianças a mais sobrevivem todos os anos . 2 milhões de pessoas agora recebem tratamento contra a AIDS . Mais 41 milhões de crianças estão na escola . 2 milhões de vidas são salvas todos os anos com vacinação básica . Poliomielite, Lepra e Tétano neonatal estão a ponto de serem eliminados . As economias africanas cresceram em média 6% ao ano nos últimos três anos e estão prontas para um desenvolvimento ainda mais acelerado mais nos próximos.
Este progresso inspira todos nós a fazer mais. Sabemos que podemos fazer a diferença. Mas, ainda enfrentamos desafios enormes – uma emergência por desenvolvimento: .72 milhões de crianças ainda não vão à escola e muitos dos que freqüentam as salas de aula recebem educação de baixa qualidade . Metade das nações em desenvolvimento sofre com a falta de saneamento básico. Caso a tendência se mantenha, a meta de saneamento não será batida em quase 600 milhões de pessoas. . Mais de meio milhão de mulheres ainda morrem todos os anos por complicações que podem ser tratadas e prevenidas relacionados ao parto ou pós-nascimento . Mais de 33 milhões de pessoas são soropositivas e mais de um milhão morrem de malária todos os anos, incluindo uma criança a cada 30 segundos . 980 milhões de pessoas ainda vivem com menos de US$ 1 por dia.
Ou seja, sem um extraordinário esforço, nós vamos fracassar no cumprimento das Metas do Milênio. O ano de 2008 é crítico. Se não voltarmos a ação, vamos falhar. Hoje, aqui em Davos, nós endossamos o comprometimento para trabalhar e tornar 2008 o ano da virada na luta contra a pobreza. Estamos felizes por unir forças aos 19 países e a 21 empresas do setor privado que agora assinam O Chamado para Ação das Metas do Milênio. E prometemos trabalharmos juntos para ajudar o mundo voltar a cumprir as Metas do Milênio.
Nós sabemos que só teremos sucesso se os governos, o setor privado, grupos religiosos, a sociedade civil e as ONGs trabalharem juntos.
E para catalizar, inspirar e focar as nossas atividades nesta coalização além das fronteiras – e para medir os progressos das promessas feitas para 2015 – hoje concordamos que a comunidade mundial deve estabelecer alguns propósitos para 2010 em direção às metas de 2015, incluindo: . Mais 75 milhões de pessoas retiradas da extrema pobreza na África . Mais 25 milhões de crianças nas escolas . Mais 4 milhões de vidas infantis salvas . Mais 35 milhões de nascimentos feitos por pessoas com as habilidades médicas exigidas entre hoje e 2010 . Mais 70 milhões de pessoas com acesso à água potável.
Uma série de reuniões internacionais durante este ano vão identificar o que mais nós precisamos para atingir esses resultados e concordamos em concretizar os seguintes planos:
Na primavera, o setor privado vai se reunir e anunciar novas medidas para ajudar a alcançar as Metas do Milênio.
Em junho, os líderes europeus vão definir o que a União Européia pode fazer para acelerar progresso em direção às MetasIn July, the Japan G8 Summit will focus on development and climate change.
Em julho, a reunião do G8 no Japão será voltada para discutir o aquecimento global e o desenvolvimento: Em setembro, na ONU – e pela primeira vez – governos, empresas, organizações da sociedade civil, ONGs e grupos religiosos vão se reunir para marcar qual é a metade do caminho para as Metas do Milênio, analisar o progresso e decidir quais são os passos adicionais que a comunidade internacional deve tomar para acelerar as ações.
E os italianos concordaram em levar isso adiante em 2008 com seu G8 - O mundo testemunha uma emergência por desenvolvimento e é necessário criar um esforço global para voltarmos a cumprir com as Metas do Milênio. Nos comprometemos a nos reunir e duplicar nossos trabalhos.” Mais de 2.500 participantes de 88 países estão reunidos em Davos, entre os quais 27 chefes de estados ou governos, 113 ministros de governo, junto com líderes religiosos, da mídia e chefes de organizações não-governamentais. Cerca de 60% dos participantes são líderes do mundo dos negócios vindo de empresas associadas do Forum - 1,000 das maiores empresas globais em todos os setores econômicos.
Presidentes conjuntos da reunião de Davos 2008: Tony Blair, primeiro ministro do Reino Unido (1997-2007), Membro do Conselho de Fundação do World Economic Forum; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
James Dimon, presidente e CEO, JPMorgan Chase & Co., EUA; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
K.V. Kamath, diretor geral e chief executive Officer, ICICI Bank, India; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
Henry Kissinger, presidente, Kissinger Associates, EUA; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
Indra K. Nooyi, pesidente e CEO, PepsiCo, EUA;presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum.
David J. O’Reilly, presidente e CEO, Chevron Corporation, EUA; Presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum
Wang Jianzhou, executivo Principal, China Mobile Communications Corporation, República Popular da China; presidente Conjunto da Reunião Anual 2008 do World Economic Forum
Todos os participantes da Reunião Anual do World Economic Forum 2008 podem assistir às respostas à Pergunta de Davos, e são incentivados a responder diretamente para perguntas do público no primeiro quiosque de vídeo da YouTube montado no Centro de Congressos em Davos. Algumas das melhores contribuições serão utilizadas durante sessões chaves do programa.
Perfil - O World Economic Forum é uma organização internacional independente compromissada em melhorar as condições do mundo, envolvendo lideranças para estruturar agendas locais, regionais e globais.
Incorporada como uma fundação em 1971, e sediada em Genebra na Suíça, o World Economic Forum é imparcial, não tem fins lucrativos e não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais. www.weforum.org
31.1.08
Green Business in 2008
The State of Green Business in 2008: Are We Swimming, Treading or Sinking?
GreenBiz.com, 30 January 2008 - Hardly a day goes by without a company proclaiming their intent to slash energy consumption, reduce waste or take some other bold action to green their operations or products. The wave of announcements is dizzying. It made the editors at GreenBiz.com wonder: Is this is just lip-service, or is the adoption of green business practices really growing? The group embarked on a journey to solve this mystery using data on a slew of indicators comprising the GreenBiz Index, part of the inaugural "State of Green Business 2008" report released today. The conclusion: Environmental performance overall in the U.S. is gradually advancing, but often not at the pace needed to offset economic growth or avoid the worst effects of climate change. "The state of green business is improving, slowly but surely, as companies both large and small learn the value of integrating environmental thinking into their operations in ways that align with core business strategy and bottom-line goals," says Joel Makower, executive editor of GreenBiz.com. "Green business has shifted from a movement to a market. But there is much, much more to do." Makower and his fellow editors at GreenBiz.com compiled a set of indicators measuring various aspects of green business, ranging from paper use and toxic emissions to building energy use and employee commuting. The group then assigned each indicator a symbol to represent progress: a "sinking," symbol means a measure is losing ground; a "swimming" icon indicates progress is being made; and a "treading" symbol shows an indicator holding its own. In half of the measures — 10 of the 20 indicators — the verdict was "treading," as progress was lacking or be slow, or at least too slow to address the magnitude of environmental challenges. They include pesticide use on U.S. farms, which hasn't changed much since 1999. The number of teleworkers is slowly gaining but there hasn't been much progress in getting employees to abandon their solo commutes to work. While publicly traded companies are more likely to publish corporate responsibility reports, the number of companies reporting totaled only 253 in 2007 -- that's less than a 50 percent increase over five years. There are bright spots, including eight indicators deemed "swimming." Clean technology investments in the U.S., for instance, soared to more than $48 billion in 2006, largely driven by a 132 percent increase in venture capital dollars going toward renewable energy, waste reduction, resource management and other activities that fall within the loosely defined area of clean tech. Related patents shined, too, with U.S. clean-tech patents accounting for nearly half of those issued worldwide. The explosion of commercial green building projects also is heartening, with a 500 percent increase in the amount of LEED-certified office space between 2005 and 2007. The total amount of paper used in the U.S. has hit a plateau, while at the same time, the economy continues humming. Energy use, measured per dollar of gross national product, is declining, although the rate of improvement has slowed. Packaging use of aluminum, paper, plastics and steel is making small but steady improvement in efficiency. And renewble energy generation, though increasing, may not grow fast enough to overcome the need to build more fossil fuel-fired power plants. Two of the indicators were deemed "sinking." One was carbon intensity, measured as carbon dioxide emissions per unit of gross domestic product. Between 2005 and 2006, carbon intensity fell 4.2 percent, which, at first blush, appears encouraging. But it doesn't change the fact that the U.S. leads in both overall greenhouse gas emissions and per-capita emissions, or the need to significantly reduce absolute emissions. And even though the amount of e-waste being recycled keeps growing, the absolute tonnage of electronics waste entering landfills or being sent overseas is staggering. But with no reporting mandates, federal e-waste laws or single clearinghouse for e-waste recovery data, it is difficult to determine exactly how much unwanted electronics is being recycled in a responsible way. The lack of data transcended the e-waste recycling indicator. After determining the indicator list, the editors looked for reliable data that was both meaningful and repeatable, since they intend to track progress annually. Some data were relatively easy to find while others proved more elusive. Was it really true that the most recent data showing the amount of water used in the U.S. is nearly eight years old? The short answer is yes, which is troubling considering drought concerns in various parts of the country, particularly in the Southeast. Concludes Makower: "If you believe in the adage, 'what gets measured gets managed,' then it's clear why many of the major impacts of business aren't being well managed, at least on the macro scale." Download the free State of Green Business 2008 report at StateOfGreenBusiness.com .
This article is reproduced www.greenbiz.com.
GreenBiz.com, 30 January 2008 - Hardly a day goes by without a company proclaiming their intent to slash energy consumption, reduce waste or take some other bold action to green their operations or products. The wave of announcements is dizzying. It made the editors at GreenBiz.com wonder: Is this is just lip-service, or is the adoption of green business practices really growing? The group embarked on a journey to solve this mystery using data on a slew of indicators comprising the GreenBiz Index, part of the inaugural "State of Green Business 2008" report released today. The conclusion: Environmental performance overall in the U.S. is gradually advancing, but often not at the pace needed to offset economic growth or avoid the worst effects of climate change. "The state of green business is improving, slowly but surely, as companies both large and small learn the value of integrating environmental thinking into their operations in ways that align with core business strategy and bottom-line goals," says Joel Makower, executive editor of GreenBiz.com. "Green business has shifted from a movement to a market. But there is much, much more to do." Makower and his fellow editors at GreenBiz.com compiled a set of indicators measuring various aspects of green business, ranging from paper use and toxic emissions to building energy use and employee commuting. The group then assigned each indicator a symbol to represent progress: a "sinking," symbol means a measure is losing ground; a "swimming" icon indicates progress is being made; and a "treading" symbol shows an indicator holding its own. In half of the measures — 10 of the 20 indicators — the verdict was "treading," as progress was lacking or be slow, or at least too slow to address the magnitude of environmental challenges. They include pesticide use on U.S. farms, which hasn't changed much since 1999. The number of teleworkers is slowly gaining but there hasn't been much progress in getting employees to abandon their solo commutes to work. While publicly traded companies are more likely to publish corporate responsibility reports, the number of companies reporting totaled only 253 in 2007 -- that's less than a 50 percent increase over five years. There are bright spots, including eight indicators deemed "swimming." Clean technology investments in the U.S., for instance, soared to more than $48 billion in 2006, largely driven by a 132 percent increase in venture capital dollars going toward renewable energy, waste reduction, resource management and other activities that fall within the loosely defined area of clean tech. Related patents shined, too, with U.S. clean-tech patents accounting for nearly half of those issued worldwide. The explosion of commercial green building projects also is heartening, with a 500 percent increase in the amount of LEED-certified office space between 2005 and 2007. The total amount of paper used in the U.S. has hit a plateau, while at the same time, the economy continues humming. Energy use, measured per dollar of gross national product, is declining, although the rate of improvement has slowed. Packaging use of aluminum, paper, plastics and steel is making small but steady improvement in efficiency. And renewble energy generation, though increasing, may not grow fast enough to overcome the need to build more fossil fuel-fired power plants. Two of the indicators were deemed "sinking." One was carbon intensity, measured as carbon dioxide emissions per unit of gross domestic product. Between 2005 and 2006, carbon intensity fell 4.2 percent, which, at first blush, appears encouraging. But it doesn't change the fact that the U.S. leads in both overall greenhouse gas emissions and per-capita emissions, or the need to significantly reduce absolute emissions. And even though the amount of e-waste being recycled keeps growing, the absolute tonnage of electronics waste entering landfills or being sent overseas is staggering. But with no reporting mandates, federal e-waste laws or single clearinghouse for e-waste recovery data, it is difficult to determine exactly how much unwanted electronics is being recycled in a responsible way. The lack of data transcended the e-waste recycling indicator. After determining the indicator list, the editors looked for reliable data that was both meaningful and repeatable, since they intend to track progress annually. Some data were relatively easy to find while others proved more elusive. Was it really true that the most recent data showing the amount of water used in the U.S. is nearly eight years old? The short answer is yes, which is troubling considering drought concerns in various parts of the country, particularly in the Southeast. Concludes Makower: "If you believe in the adage, 'what gets measured gets managed,' then it's clear why many of the major impacts of business aren't being well managed, at least on the macro scale." Download the free State of Green Business 2008 report at StateOfGreenBusiness.com .
This article is reproduced www.greenbiz.com.
29.1.08
Voce decide? Tips para resolver
Get in touch with your gut first. Once you start listing pros and cons, your rational mind will drown out your intuition. Klein defines intuition as the accumulation of experience converted to flash-fast thinking. "As you ponder that new job, you might think about the way you were treated at the interview and that may color your reaction," he says. "Even a bit of body language could instill some discomfort that could be warning you off."
To uncover your intuitive point of view, you can even flip a coin—not to make the decision for you, but so you can register your gut reaction to the result. How do you feel when one option drops out? If you're disappointed, ask yourself why.
Open up the options and visualize each one. Doing research is obviously valuable, but sometimes the fear of making a mistake can keep you researching beyond the point of productivity. On the flip side, the hunger for the relief of making a decision, any decision, can keep you from doing enough legwork. Without overdoing it, brainstorm a lot of options. Think creatively about combining the best pieces of each one by compromising or going whole hog: You could buy both the red and the black sweater.
Banish vague fears, such as "It may be a mistake," and instead try to see yourself in a specific scenario. Ask yourself concrete questions about the possible outcome: What's the worst that could happen? What would I do then? Could I live with that? "It's more important to visualize how each option would turn out," says Klein. "If you can, actually walk through them or do something on a trial basis. It's hard to evaluate things you haven't really savored."
Let go of the idea of the perfect answer. You cannot possibly get all the info, nor can you foretell the future and calculate all the risks. Chill out. "The harder a decision is to make, the closer the outcomes are to each other, and the less it matters," says Klein. "If you are agonizing over different resorts in Hawaii, you're just beating yourself up. There is never a guarantee that you're making the right decision. Just accept that."
Trust yourself. Improve your intuition by examining your decisions after you've made them. Look at whether you would do it the same way again.
To uncover your intuitive point of view, you can even flip a coin—not to make the decision for you, but so you can register your gut reaction to the result. How do you feel when one option drops out? If you're disappointed, ask yourself why.
Open up the options and visualize each one. Doing research is obviously valuable, but sometimes the fear of making a mistake can keep you researching beyond the point of productivity. On the flip side, the hunger for the relief of making a decision, any decision, can keep you from doing enough legwork. Without overdoing it, brainstorm a lot of options. Think creatively about combining the best pieces of each one by compromising or going whole hog: You could buy both the red and the black sweater.
Banish vague fears, such as "It may be a mistake," and instead try to see yourself in a specific scenario. Ask yourself concrete questions about the possible outcome: What's the worst that could happen? What would I do then? Could I live with that? "It's more important to visualize how each option would turn out," says Klein. "If you can, actually walk through them or do something on a trial basis. It's hard to evaluate things you haven't really savored."
Let go of the idea of the perfect answer. You cannot possibly get all the info, nor can you foretell the future and calculate all the risks. Chill out. "The harder a decision is to make, the closer the outcomes are to each other, and the less it matters," says Klein. "If you are agonizing over different resorts in Hawaii, you're just beating yourself up. There is never a guarantee that you're making the right decision. Just accept that."
Trust yourself. Improve your intuition by examining your decisions after you've made them. Look at whether you would do it the same way again.
27.1.08
23.1.08
19.1.08
9.1.08
Momento Sustentabilidade
8.1.08
Gripe e silogismos do Washington Post via Edu Prado
Once again, The Washington Post has published the winning 2007 submissions to its yearly contest.
The Washington Post's Style Invitational asked readers to take any word from the dictionary, alter it by adding, subtracting, or changing one letter, and supply a new definition. Here are this year's winners:
1. Bozone (n.): The substance surrounding stupid people that stops bright ideas from penetrating. The bozone layer, unfortunately, shows little sign of breaking down in the near future.
2. Foreploy (v): Any misrepresentation about yourself for the purpose of getting laid.
3. Cashtration (n.): The act of buying a house, which renders the subject financially impotent for an indefinite period.
4. Giraffiti (n): Vandalism spray-painted very, very high.
5. Sarchasm (n): The gulf between the author of sarcastic wit and the person who doesn't get it.
6. Inoculatte (v): To take coffee intravenously when you are running late.
7. Hipatitis (n): Terminal coolness.
8. Osteopornosis (n): A degenerate disease. (This one got extra
credit.)
9. Karmageddon (n): its like, when everybody is sending off all these really bad vibes, right? And then, like, the Earth explodes and it's like, a serious bummer.
10 Decafalon (n.): The grueling event of getting through the day consuming only things that are good for you.
11. Glibido (v): All talk and no action.
12. Dopeler effect (n): The tendency of stupid ideas to seem smarter when they come at you rapidly.
13. Arachnoleptic fit (n.): The frantic dance performed just after you've accidentally walked through a spider web.
14. Beelzebug (n.): Satan in the form of a mosquito that gets into your bedroom at three in the morning and cannot be cast out.
15. Caterpallor (n.): The color you turn after finding half a grub in the fruit you're eating.
And the pick of the literature:
16. Ignoranus (n): A person who's both stupid and an asshole.
The Washington Post has also published the winning 2007 submissions to its yearly neologism contest, in which readers are asked to supply alternative meanings for common words.
The winners are:
1. Coffee (n.), the person upon whom one coughs.
2. Flabbergasted (adj.), appalled over how much weight you have gained.
3 . Abdicate (v.), to give up all hope of ever having a flat stomach.
4. Esplanade (v.), to attempt an explanation while drunk.
5. Willy-nilly (adj.), impotent.
6. Negligent (adj.), describes a condition in which you absentmindedly answer the door in your nightgown.
7. Lymph (v.), to walk with a lisp.
8. Gargoyle (n.), olive-flavored mouthwash.
9. Flatulence (n.) emergency vehicle that picks you up after you are run over by a steamroller.
10. Balderdash (n.), a rapidly receding hairline.
11. Testicle (n.), a humorous question on an exam.
12. Rectitude (n.), the formal, dignified bearing adopted by proctologists.
13. Pokemon (n), a Rastafarian proctologist.
14. Oyster (n.), a person who sprinkles his conversation with Yiddishisms.
15. Frisbeetarianism (n.), (back by popular demand): The belief that, when you die, your Soul flies up onto the roof and gets stuck there.
16. Circumvent (n.), an opening in the front of boxer shorts worn by Jewish men.
The Washington Post's Style Invitational asked readers to take any word from the dictionary, alter it by adding, subtracting, or changing one letter, and supply a new definition. Here are this year's winners:
1. Bozone (n.): The substance surrounding stupid people that stops bright ideas from penetrating. The bozone layer, unfortunately, shows little sign of breaking down in the near future.
2. Foreploy (v): Any misrepresentation about yourself for the purpose of getting laid.
3. Cashtration (n.): The act of buying a house, which renders the subject financially impotent for an indefinite period.
4. Giraffiti (n): Vandalism spray-painted very, very high.
5. Sarchasm (n): The gulf between the author of sarcastic wit and the person who doesn't get it.
6. Inoculatte (v): To take coffee intravenously when you are running late.
7. Hipatitis (n): Terminal coolness.
8. Osteopornosis (n): A degenerate disease. (This one got extra
credit.)
9. Karmageddon (n): its like, when everybody is sending off all these really bad vibes, right? And then, like, the Earth explodes and it's like, a serious bummer.
10 Decafalon (n.): The grueling event of getting through the day consuming only things that are good for you.
11. Glibido (v): All talk and no action.
12. Dopeler effect (n): The tendency of stupid ideas to seem smarter when they come at you rapidly.
13. Arachnoleptic fit (n.): The frantic dance performed just after you've accidentally walked through a spider web.
14. Beelzebug (n.): Satan in the form of a mosquito that gets into your bedroom at three in the morning and cannot be cast out.
15. Caterpallor (n.): The color you turn after finding half a grub in the fruit you're eating.
And the pick of the literature:
16. Ignoranus (n): A person who's both stupid and an asshole.
The Washington Post has also published the winning 2007 submissions to its yearly neologism contest, in which readers are asked to supply alternative meanings for common words.
The winners are:
1. Coffee (n.), the person upon whom one coughs.
2. Flabbergasted (adj.), appalled over how much weight you have gained.
3 . Abdicate (v.), to give up all hope of ever having a flat stomach.
4. Esplanade (v.), to attempt an explanation while drunk.
5. Willy-nilly (adj.), impotent.
6. Negligent (adj.), describes a condition in which you absentmindedly answer the door in your nightgown.
7. Lymph (v.), to walk with a lisp.
8. Gargoyle (n.), olive-flavored mouthwash.
9. Flatulence (n.) emergency vehicle that picks you up after you are run over by a steamroller.
10. Balderdash (n.), a rapidly receding hairline.
11. Testicle (n.), a humorous question on an exam.
12. Rectitude (n.), the formal, dignified bearing adopted by proctologists.
13. Pokemon (n), a Rastafarian proctologist.
14. Oyster (n.), a person who sprinkles his conversation with Yiddishisms.
15. Frisbeetarianism (n.), (back by popular demand): The belief that, when you die, your Soul flies up onto the roof and gets stuck there.
16. Circumvent (n.), an opening in the front of boxer shorts worn by Jewish men.
7.1.08
Gripe ou Tristeza
5.1.08
3.1.08
Pernil de Araçoiaba da Serra
23.7.07
120 dias de programa espiritual
Consegui. Hoje começa a ultima semana dos 120 dias do programa espiritual. Um foco, todos os dias concentrada em conversar com Deus pela manhã. Recomedo. Dá uma tranquilidade que só a conversa com um ser superior permite. Começo agora um programa de meditação e preparo para conhecer a natureza da mente. Preparo para o encontro que terei um dia com Gigi, Edu, Armando, Zanith Suplicy e todos meus ancestrais que me fizeram o que sou hoje. Respiro Deus.
12.5.07
1.4.07
Uma semana de dieta do espirito

Alimento a alma com pensamentos sobre o que desejo e como conseguir. Simple as that.
26.3.07
25.3.07
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